
Belo Horizonte recebe loja conceito da Vivo
O espaço busca apresentar conceitos de casa e escritório inteligentes

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Para as faixas de 900 MHz e 1,8 GHz, o prazo foi fixado até dezembro de 2032. Para as faixas de 1,9 GHz e 2,1 GHz, a prorrogação foi de 15 anos, até 2038.

Entidade afirma que operação gera concentração de mercado, defende sua participação como terceira interessada no processo e cita que Claro não faz uso compartilhado como as concorrentes

Agência dá 15 dias para apresentação de novas adequações. Vivo terá que deixar expressa oferta de todas tecnologias, incluindo 5G; À Claro, autarquia pede revisão de preços.

As operadoras TIM e Vivo pediram ao Cade para recusar a entrada da Telcomp como terceira interessada no processo que analisa o aditamento do contrato de RAN Sharing entre ambas. Entidade tece críticas ao acordo, iniciado em 2015.

José Borges, superintendente de competição da autarquia, diz que agência deve separar o que é ganho de eficiência de práticas anticompetitivas ao analisar trato entre operadoras

Abrintel, Neo e Telcomp apontam riscos concorrenciais no mercado de infraestrutura 5G e desrespeito ao edital do último leilão de espectro da Anatel

Telcomp vê concentração de mercado e diz que acordo para aditar contrato de 2015 entre TIM e Vivo precisa passar por análise profunda do Cade, pois desperta riscos concorrenciais.

Embora tenha solicitado no passado estudo de viabilidade, Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) diz que nem o órgão, nem a Justiça têm competência sobre a capacidade da Oi de honrar obrigações futuras

TIM e Vivo pedem ao Cade aprovação sumária do compartilhamento dos ativos comprados da Oi Móvel, como aditivo a contrato de RAN Sharing de 2015 na faixa de 2,5 GHz. Contrato não é de exclusividade, mas atualização exclui do acordo ativos obtidos pela Claro.

Ato não prevê prorrogações sucessivas, já que processo começou a tramitar antes da aprovação da Lei nº 13.879/2019

Lista de cidades é confidencial, mas dados por estado e geral nacional são conhecidos. Se acordo for liberado sem alterações, Vivo terá mais espectro abaixo de 1 GHz em 16 estados, e sub-3 GHz em 18, retirando a liderança em posse de espectro da Claro.

Winity e Vivo enviaram ao Cade seus argumentos em defesa dos acordos de exploração industrial de radiofrequências, roaming e compartilhamento de infraestrutura. Pedem liberação do negócio sem restrições pelo xerife.

Vivo vai fornecer a conectividade 5G do laboratório instalado dentro do aeroporto da capital mineira. Iniciativa vai criar soluções de Internet das Coisas, Inteligência Artificial e Big Data nas áreas de logística, segurança e mobilidade.

Telcomp questionou a cobrança, alegando que a assinatura não está prevista nas decisões da Anatel e do Cade que autorizaram a venda da Oi Móvel às rivais TIM, Claro e Vivo.

Diagnósticos que mudaram vidas e também as políticas corporativas foram compartilhados na Live do Tele.Síntese.

CEO da Vivo, Christian Gebara espera que o custo final da adaptação do regime da concessão seja revisto pelo TCU e influenciado pela arbitragem junto a Anatel

Para Christian Gebara, os meios digitais são capazes de acelerar a inclusão educacional, de saúde e financeira. Mas é preciso construir políticas públicas com esse objetivo.

Em entrevista ao Tele.síntese, CEO da Vivo fala da estratégia em relação às OTTs, e que além de distribuir, continuará a fazer parcerias ou comprar novas empresas digitais.

Christian Gebara diz que a Vivo fez depósito judicial em favor da Oi de valor contestado a respeito do preço da Oi Móvel, e que arbitragem na B3 ainda não tem data para acabar.