
Abrintel, Neo e Telcomp querem duros remédios para acordo Winity/Telefônica
Abrintel, Neo e Telcomp apontam riscos concorrenciais no mercado de infraestrutura 5G e desrespeito ao edital do último leilão de espectro da Anatel

Abrintel, Neo e Telcomp apontam riscos concorrenciais no mercado de infraestrutura 5G e desrespeito ao edital do último leilão de espectro da Anatel

Telcomp vê concentração de mercado e diz que acordo para aditar contrato de 2015 entre TIM e Vivo precisa passar por análise profunda do Cade, pois desperta riscos concorrenciais.

Embora tenha solicitado no passado estudo de viabilidade, Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) diz que nem o órgão, nem a Justiça têm competência sobre a capacidade da Oi de honrar obrigações futuras

TIM e Vivo pedem ao Cade aprovação sumária do compartilhamento dos ativos comprados da Oi Móvel, como aditivo a contrato de RAN Sharing de 2015 na faixa de 2,5 GHz. Contrato não é de exclusividade, mas atualização exclui do acordo ativos obtidos pela Claro.

Ato não prevê prorrogações sucessivas, já que processo começou a tramitar antes da aprovação da Lei nº 13.879/2019

Lista de cidades é confidencial, mas dados por estado e geral nacional são conhecidos. Se acordo for liberado sem alterações, Vivo terá mais espectro abaixo de 1 GHz em 16 estados, e sub-3 GHz em 18, retirando a liderança em posse de espectro da Claro.

Winity e Vivo enviaram ao Cade seus argumentos em defesa dos acordos de exploração industrial de radiofrequências, roaming e compartilhamento de infraestrutura. Pedem liberação do negócio sem restrições pelo xerife.

Vivo vai fornecer a conectividade 5G do laboratório instalado dentro do aeroporto da capital mineira. Iniciativa vai criar soluções de Internet das Coisas, Inteligência Artificial e Big Data nas áreas de logística, segurança e mobilidade.

Telcomp questionou a cobrança, alegando que a assinatura não está prevista nas decisões da Anatel e do Cade que autorizaram a venda da Oi Móvel às rivais TIM, Claro e Vivo.

Diagnósticos que mudaram vidas e também as políticas corporativas foram compartilhados na Live do Tele.Síntese.

CEO da Vivo, Christian Gebara espera que o custo final da adaptação do regime da concessão seja revisto pelo TCU e influenciado pela arbitragem junto a Anatel

Para Christian Gebara, os meios digitais são capazes de acelerar a inclusão educacional, de saúde e financeira. Mas é preciso construir políticas públicas com esse objetivo.

Em entrevista ao Tele.síntese, CEO da Vivo fala da estratégia em relação às OTTs, e que além de distribuir, continuará a fazer parcerias ou comprar novas empresas digitais.

Christian Gebara diz que a Vivo fez depósito judicial em favor da Oi de valor contestado a respeito do preço da Oi Móvel, e que arbitragem na B3 ainda não tem data para acabar.

Capex da Vivo vai crescer em relação aos R$ 8,6 bilhões de 2021 em razão da integração com rede da Oi Móvel e expansão do 5G

O CEO da Vivo, Christian Gebara diz que o projeto piloto de financiamento de smartphones e notebooks foi bem sucedido e, por isso, será ampliado.

A Vivo desativou um quarto dos clientes que recebeu após compra de parte da Oi Móvel, considerados inativos segundo seus critérios. Empresa, que briga na Justiça pelo valor final pago pela unidade celular da Oi, reportou hoje lucro de R$ 1,4 bilhão.

Ofertas fazem parte das obrigações firmadas pelas operadoras junto ao Cade e à Anatel em decorrência da compra da Oi Móvel, finalizada em abril deste ano. Confira os documentos.

Operadoras recorreram ao tribunal contra decisão do TJRJ, responsável pela recuperação judicial. Conforme despacho da origem, depósito precisa ocorrer em 48 horas.

Operadoras tiveram melhora de até 26,5% na velocidade, no país. Nas capitais onde o 5G foi acionado, melhora passou de 100%, como em Brasília.