
Cade nega participação da TelComp no processo de RAN Sharing
Para órgão antitruste, entidade não evidenciou a sua oportunidade e conveniência para a instrução processual e defesa dos interesses da coletividade.

Para órgão antitruste, entidade não evidenciou a sua oportunidade e conveniência para a instrução processual e defesa dos interesses da coletividade.

Para o Cade, foi confirmada a tempestividade, legitimidade, pertinência, oportunidade e conveniência ao ingresso das três entidades como terceiras interessadas no julgamento do ato de concentração.

Telcomp vê concentração de mercado e diz que acordo para aditar contrato de 2015 entre TIM e Vivo precisa passar por análise profunda do Cade, pois desperta riscos concorrenciais.

Lista de cidades é confidencial, mas dados por estado e geral nacional são conhecidos. Se acordo for liberado sem alterações, Vivo terá mais espectro abaixo de 1 GHz em 16 estados, e sub-3 GHz em 18, retirando a liderança em posse de espectro da Claro.

Winity e Vivo enviaram ao Cade seus argumentos em defesa dos acordos de exploração industrial de radiofrequências, roaming e compartilhamento de infraestrutura. Pedem liberação do negócio sem restrições pelo xerife.

Telcomp questionou a cobrança, alegando que a assinatura não está prevista nas decisões da Anatel e do Cade que autorizaram a venda da Oi Móvel às rivais TIM, Claro e Vivo.

O Cade aprovou, sem restrição, a compra de imóvel da Oi pelos empreendedores REC X, Performance e SIG Empreendimentos.

Para órgão antitruste, operação não traz prejuízos ao ambiente concorrencial

Para técnicos dos órgãos, Brasil deve observar iniciativas de outros países que estão investindo em medidas de prevenção contra práticas anticoncorrenciais e gestão indevida de dados.

Entidade ressalta que compartilhamento entre as empresas ‘pode ter impactos sobre o mercado de infraestrutura’ e que preza pela competitividade do setor.

CEO da Oi afirmou que a venda da base de clientes pós-pagos de TV por satélite (DTH) deve demorar para ser concluída pois ainda precisa do aval do juiz da recuperação judicial e, depois, do Cade, onde deve enfrentar longa análise.

Cade autoriza TIM a obter até 35% da EXA, unidade da FS Security, que desenvolve aplicativos de segurança e de conteúdo com marca própria e em modelo whitelabel para outras operadoras.

Operação, já aprovada pelo Cade, permitiu o incremento da operadora catarinense no mercado gaúcho

A operação também foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em junho, que viu reduzida a probabilidade de exercício unilateral de poder de mercado nos mercados relevantes afetados pela operação.

Entidade critica ações judiciais de Claro, TIM e Vivo e diz que as operadoras podem agir da mesma forma em relação às ofertas de referência para MVNOs

Presidente da Anatel disse que vai trabalhar incansavelmente para derrubar as liminares obtidas pela Claro, Telefônica e TIM, que suspenderam os valores de referência para roaming estabelecidos pela agência.

Os valores das estações rádio base variam de R$ 5 mil a R$ 244 mil. O objetivo é vender 42% do total

Todas os sites em oferta estão vinculados às frequências de 900 MHz, 1800 MHz e 2100 MHz, ou seja, às 2G e 3G da telefonia celular.

Entidade acha que a Anatel está no caminho certa, mas falta a aprovação das Orpas vinculadas a MVNOs

Os processos investigavam prática de cartéis; Citibank deverá pagar R$ 71,6 milhões, enquanto o BSGB assumiu a obrigação de R$ 5,6 milhões.