
Operação celular da Oi pode ficar sem poder de mercado em São Paulo
A Oi poderá receber uma remuneração diferenciada pelo uso de sua rede celular em São Paulo.

A Oi poderá receber uma remuneração diferenciada pelo uso de sua rede celular em São Paulo.

Se o conselho consultivo não avaliar o PGMU ainda este ano, como estabelece a lei, a Anatel deverá prorrogar por alguns meses os atuais contratos de concessão, afirma o conselheiro Otávio Rodrigues.

Anatel aprovou hoje o novo contrato de concessão, a minuta de novo Plano Geral de Metas de Universalização e a consulta pública do novo Plano Geral de Outorgas (PGO). Com a publicação definitiva do PGO, que já está adequado ao novo cenário de reforma do setor de telecom, com o fim das concessões de telefonia fixa, as concessionárias irão adaptar os seus contratos de concessão ao novo contrato de serviço privado. Para isso, a Anatel terá que calcular o valor dessa migração. Ela aponta os projetos prioritários. O secretário de Telecomunicações, André Borges, afirmou que o programa de banda larga conta com esses recursos, mas assinalou que ele está "sendo elaborado para o país, e não para um governo".

Com a liderança do senador Jorge Viana (PT-AC), o partido dos trabalhadores resolveu não retardar a aprovação do projeto que estabelece o fim das concessões de telefonia fixa

A ideia é acabar com as quatro áreas de exploração do serviço de telefonia existentes atualmente.

Para a entidade, a agência extrapolou o seu poder legal ao criar o Serviço de Comunicação Multimídia.

Juarez Quadros, presidente da agência, conta que conselho diretor da Anatel deve divulgar a decisão definitiva até meados da próxima semana.

O senador baiano Roberto Muniz entende que o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) não pode ignorar que a maioria dos clientes tem celular

A Anatel continua a adotar o modelo de custos, mas abre possibilidade para outras fontes de informação para a formação de preços de referência.

A nova proposta simplifica as regras atuais
A Anatel indica sete mercados relevantes os quais precisarão de regulação prévia: infra de rede de cobre de acesso; transporte de dados de alta capacidade; roaming; interconexão de celular; interconexão de rede fixa; infra passiva e EILD. Saiu o segmento de TV paga.

Em ofício encaminhado à Anatel, entidade defende ampliação do processo por mais três meses

A consulta recebe sugestões até o dia 4 de janeiro de 2017.

Agora, somente o grupo que vai comprar participação em empresa de telecom é que precisa estar em dia com os impostos municipais, estaduais e federais.

A última reunião do conselho, no dia 15 de dezembro, irá deliberar sobre esse tema.

O TCU alerta que a Anatel não tem todos os controles sobre os bens reversíveis e por isso não poderá identificar aqueles exclusivos para o STFC

Para o TCU, a proposta de licença perpétua de frequência é pouco praticada na maioria dos países e a revenda, só para licenças futuras, avisa.

O TCU retirou o sigilo da auditoria sobre a mudança do modelo de telecomunicações em debate. E o tribunal decidiu que vai acompanhar de perto todo o processo, pois apurou que há riscos concretos de judicialização do tema; de danos ao erário (em virtude, principalmente do método do cálculo dos ônus e bônus da concessão que a Anatel estuda implementar, e da proposta de perpetuação das frequências ) e de comprometimento da inclusão digital.

A agência reguladora de Portugal só tinha determinado o compartilhamento da rede de cobre. A UE mandou que a rede de fibra da operadora de TV a cabo também fosse aberta aos concorrentes, nas áreas sem competição.

Os preços calculados pelo regulamento serão ofertados pelas operadoras que tiverem Poder de Mercado