
Oi anuncia dois novos diretores
Gustavo Brambila volta à operadora após período na V.tal, enquanto Caio Gusman deixa diretoria digital para chefiar a área de TI

Gustavo Brambila volta à operadora após período na V.tal, enquanto Caio Gusman deixa diretoria digital para chefiar a área de TI

A Vivo desativou um quarto dos clientes que recebeu após compra de parte da Oi Móvel, considerados inativos segundo seus critérios. Empresa, que briga na Justiça pelo valor final pago pela unidade celular da Oi, reportou hoje lucro de R$ 1,4 bilhão.

Queima de caixa da Oi se deu após prejuízos operacionais. Empresa teve custos acima das receitas em razão de gastos com bonificações, pagamento dos consultores responsáveis pelas vendas de ativos e pagamento de juros. Tele tem agora R$ 3,1 bilhões em caixa.

O Cade aprovou, sem restrição, a compra de imóvel da Oi pelos empreendedores REC X, Performance e SIG Empreendimentos.

Operadora fechou parceria com a geradora 2W Energia; serviço permitirá que empresas migrem o consumo de eletricidade para o mercado livre de energia

Operadoras recorreram ao tribunal contra decisão do TJRJ, responsável pela recuperação judicial. Conforme despacho da origem, depósito precisa ocorrer em 48 horas.

Oi propõe grupamento de ações com fator 50:1, ou seja, lotes de 50 de ações serão convertidos em um única ação. Medida obedece a exigência da B3.

Operadoras tiveram melhora de até 26,5% na velocidade, no país. Nas capitais onde o 5G foi acionado, melhora passou de 100%, como em Brasília.

Oi obteve na Justiça cautelar que obriga Claro, TIM e Vivo a depositarem R$ 1,5 bilhão em contra judicial, referente ao pagamento da Oi Móvel, em no máximo 48 horas.

O trio de operadoras pediu hoje à Câmara de Arbitragem de Mercado, da B3, abertura de processo contra a Oi. Empresas discordam de valor final pago pela Oi Móvel, querem desconto de R$ 3,2 bilhões e indenização. Vendedora contesta números.

Extinção das autorizações de uso da frequência foi publicada nesta terça-feira

Valores começam a valer a partir de 23 de setembro. Ato da agência também estabelece datas para próximos reajustes.

A Oi propõe que seja reconhecido o serviço de voz no SCM (Serviço de Comunicação Multimídia) e que a ligação pelo Whatsapp possa substituir as obrigações que tem com o telefone fixo.

Diferente de Claro e Vivo, a Oi não demonstra interesse em comprar a frequência por não ter rede móvel, se diz duramente impactada pelo refarm dos 4.9 GHz proposto pela agência e diz que reflexo na concessão de telefonia fixa precisará ser compensado.

Em relatório de viabilidade, perito diz que a Oi vai levantar até o fim do ano R$ 6,33 bilhões com a venda de ativos e que o caixa da companhia chegará a R$ 10,97 bilhões até 2023. Ministério Público e TJ-RJ ainda vão analisar o documento.

Licenças de uso da faixa de 450 MHz foram extintas porque operadoras não comprovaram uso do espectro dentro do prazo determinado pelo edital do 4G, de 2012.

Conselho Diretor da Anatel não aceitou pedidos feitos por Oi e Telefônica para alterar os cálculos do preço das concessões definidos em julho.

Venda do DTH da Oi para a SKY foi homologada pela Justiça do Rio de Janeiro, por R$ 786 milhões, sem necessidade de leilão por falta de outros interessados no ativo. Juiz rejeitou reservar 30% do valor para pagamento de credores.

Procon-SP quer saber das operadoras quais os celulares compatíveis, se a rede 5G standalone exige de fato SIM Card novo para ser utilizada e onde há cobertura. TIM e Vivo dizem que vão responder. Claro diz que não recebeu a notificação. E Oi lembra que saiu do mercado móvel.

Diretoria da Oi vai elaborar plano de grupamento de ações, que deverá ser levado a cabo até 17 de fevereiro de 2023