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Vinícius Marques de Carvalho - Sócio VMC

Vinícius Marques de Carvalho - Sócio VMC

Para Pietro Labriola, movimento do Cade em declarar a complexidade da venda da Oi Móvel não deve ser encarado como ameaça à concretização da transação. Executivo admite, no entanto, que podem ser impostos remédios, mas diz duvidar que tais remédios impactem o modelo de negócio proposto.

Instrumento de correção de conduta, e que troca multa por investimento, precisa se adaptar à regulamentação responsiva? Essa e outras questões serão respondidas no debate que acontece na próxima sexta-feira.

A Associação Neo une-se à Telcomp e Algar na tentativa de participar na Anatel do processo de compra da Oi Móvel. Todas tecem críticas ao negócio e querem remédios.

Operação vai criar uma joint venture com atuação mundial. Empresas ainda aguardam o aval dos reguladores de Alemanha, Espanha, Itália, Indonésia e Polônia.

O parecer formulado por três professores da universidade foi entregue pela Associação Neo ao Cade, que julga a venda da Oi Móvel para Claro, Tim e Vivo.

Entidades afirmam que operação não deve ser encarada como salvação da Oi, que passa por recuperação judicial, nem de seus clientes. Mas que deve-se analisar o impacto da concentração do mercado de telefonia móvel sobre os ISPs, as MVNOs, o interesse à entrada de novos players no Brasil, os preços ao consumidor e a qualidade.

Operadora regional enviou nota técnica ao Cade. Enquanto isso, na Anatel, Conselho Diretor deverá decidir se Algar e Telcomp serão aceitos como terceiros interessados na análise da agência sobre a venda da Oi Móvel.

Para o órgão antitruste, não há possibilidade de fechamento do mercado de infraestrutura em decorrência da operação, também não há preocupação em termos de concentração em função das baixas participações de mercado detidas pelas empresas

Teles apresentaram nesta semana ao xerife brasileiro seus argumentos em favor da transação e rechaçando afirmações de Algar Telecom, Idec, NeoTV e Telcomp

A agência antitrust aprovou sem restrições e em definitivo a aquisição da Linx pela Stone hoje,16. A aquisição por R$ 6,8 bilhões, aprovada anteriormente tinha sido contestada por Adyen, Banco Safra e Cielo.

Órgão entende que participações abaixo de 30% no mercado de infraestrutura de telecomunicações não traz prejuízos à competição. IHS pagará R$ 1,6 bilhão por 51% da Fiberco.

Conselheira Paula de Azevedo propõe, no entanto, que o Cade faça um estudo aprofundado sobre RAN Sharing, seu impacto na competição no segmento móvel, riscos de coordenação entre os envolvidos e de redução dos investimentos pelas operadoras em função de tais contratos.

Projeto prevê que a Claro vai utilizar pelo menos 81 estações da Vivo, além do espectro nos mesmos locais. Algar diz que parceria reduz a competição, facilita a troca de informações entre as empresas e o "exercício de poder coordenado". Nem Claro, nem Vivo, se manifestaram.

Cade lançou também estudo sobre defesa da concorrência e proteção de dados

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De acordo com o órgão, a operadora não apresentou elementos específicos relacionados às preocupações com os impactos ao ambiente concorrencial decorrentes da operação proposta.

Conselheira do Cade removeu nesta quarta-feira a avocação para analisar o negócio

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