
Para a TIM, redes privadas devem ficar fora dos 4.9 GHz
TIM afirma que SLP pode ser explorado a partir de acordos industriais com as operadoras móveis no 4.9 GHz

TIM afirma que SLP pode ser explorado a partir de acordos industriais com as operadoras móveis no 4.9 GHz

Diferente de Claro e Vivo, a Oi não demonstra interesse em comprar a frequência por não ter rede móvel, se diz duramente impactada pelo refarm dos 4.9 GHz proposto pela agência e diz que reflexo na concessão de telefonia fixa precisará ser compensado.

Proposta inclui ‘utilização dos recursos de numeração’ entre aspectos da agência previstos LGT. Matéria tramita em caráter terminativo.

Claro propõe, ainda, que dinheiro levantado no leilão da faixa de 4.9 GHz seja revertido para desligamento de rádio enlaces

Vivo defende retirada completa dos serviços de segurança e defesa civil da faixa de 4.9 GHz e pede 190 MHz para uso apenas das operadoras móveis.

Um debate que envolve o governo do Ceará e a prefeitura de Fortaleza, o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, a Anatel e o Ministério das Comunicações desde 2021 avança para um desfecho com a recente posição da Superintendência de Obrigações da agência.

Posição das teles muda, que passa a ser em defesa da manutenção da regra, desde que com o fim da assimetria tributária

Em janeiro, país somava 15,9 milhões usuários. Já em julho, número diminuiu para 14,8 milhões.

Superintendência de Competição da Anatel mandou as operadoras alterarem os contratos das ofertas de roaming

São 27,5 milhões de acessos ativos, de acordo com monitoramento da Anatel. Número de usuários tem queda contínua desde 2014.

Entre as grandes operadoras, a Claro se destaca com 9,75 milhões de acessos, seguida da Vivo/Telefônica, com 6,37 milhões e da Oi, com 5,10 milhões.

Para o conselheiro da Anatel, esse tipo de atitude desvirtua o espírito da lei, que é de reduzir custos

Teles querem que competição seja medida por município. Anatel acha que medidas de incentivos a ISP devem ser mantidas

Outorga vale até 1º de dezembro de 2033

Licenças de uso da faixa de 450 MHz foram extintas porque operadoras não comprovaram uso do espectro dentro do prazo determinado pelo edital do 4G, de 2012.

“Buscar o judiciário para manietar a decisão do Conselho Diretor tem sido uma prática recorrente e é mais um sintoma que está atingindo algumas empresas do setor”, afirma Emmanoel Campelo

Para técnicos dos órgãos, Brasil deve observar iniciativas de outros países que estão investindo em medidas de prevenção contra práticas anticoncorrenciais e gestão indevida de dados.

Moisés Moreira e Emmanoel Campelo, entretanto, anteciparam voto contra a prorrogação das licenças

Conselheiros apontaram irregularidade da Algar em praticar o roaming permanente, modalidade que chamaram de ridícula e esdrúxula. Operadora mineira terá que regularizar o serviço de IoT ou suspender o negócio no prazo de 60 dias

Novo prazo de contribuição é de 30 dias, com conclusão em 30 de setembro