
Prazo de adesão dos ISPs ao RQual está chegando ao fim
As novas regras são obrigatórias para as grandes prestadoras (Claro, Oi, Tim, Vivo e Sky), mas opcionais para pequenas prestadoras

As novas regras são obrigatórias para as grandes prestadoras (Claro, Oi, Tim, Vivo e Sky), mas opcionais para pequenas prestadoras

Conforme a nova proposta de regulação da Anatel, Internet das Coisas e comunicação Máquina a Máquina não serão obrigadas a usar os números de telecomunicações tradicionais, mas sim a identificação da internet.

Em audiência na Câmara, advogados e ativistas alertam que não há "bala de prata" contra a desinformação

Vinicius Caram, superintendente da Anatel, disse acreditar que as novas regras deverão ser aprovadas ainda este ano e, entre as alterações, estão sugeridas a criação de um número único nacional, a criação de número próprio para o serviço móvel por satélite, e a destinação de números para o SCM

Valor dos todo produtos apreendidos alcança R$ 12 milhões

Grupo de trabalho coordenado pela Anatel decidiu que todas as empresas donas de infraestrutura crítica estão sujeitas ao regulamento de cibersegurança. Mas modulou as obrigações para diferenciar grandes ISPs dos pequenos. Proposta passará por avaliação do Conselho Diretor.

Na proposta de mudança do regulamento de numeração, a Anatel sugere que a abertura de Pado (processo sancionatório) só ocorra se a empresa não regularizar a infração. Para a procuradoria, no entanto, a LGT exige que para toda a infração haja uma punição, que varia de advertência a multa.

Executivo sugere solução semelhante à prevista no Marco do Saneamento, em que cidades são classificadas para receber recursos públicos e participar de convênios conforme o nível de adequação à lei federal

Após mais de um ano adequadas à Lei Nº 13.116, Porto Alegre, Curitiba e Distrito Federal relataram redução dos prazos de autorização das antenas, redução de custos com fiscalização, embora ainda existam resistências da população e questões relativas ao patrimônio histórico nacional

Proposta do conselheiro da Anatel Emmanoel Campelo prevê uso dinâmico do espectro ocioso. Votação da proposta, no entanto, não aconteceu em função de pedido de vistas do conselheiro Vicente Aquino.

Relator do processo na Anatel, Emmanoel Campelo, pediu mais 120 dias para concluir a análise do segundo termo de ajustamento de conduta proposto pela Telefônica

Laboratório localizado em Jaraguá do Sul (SC) desenvolve soluções 5G para a indústria

Patrícia Sakowski, superintendente do CADE, diz que autarquia está pedindo a empresas de tecnologia informarem as aquisições realizadas nos últimos anos que possam envolver bases de dados

ANPD pretende tratar o fluxo de dados internacionais de forma que seja simples e que não gere mais custos para as empresas, disse Miriam Wimmer, diretora da autoridade

Agência reconhece que alterações na lista de cidades a serem atendidas tornaram exíguo o prazo inicial e deu mais seis meses para a conclusão da primeira etapa

Normativo do banco visa aprimorar a desestatização de estatais, mas a corte de contas vê sinais de direcionamento no processo

Operadora terá que pagar o preço de mercado, tendo como parâmetro o VPL

Instrumento de correção de conduta, e que troca multa por investimento, precisa se adaptar à regulamentação responsiva? Essa e outras questões serão respondidas no debate que acontece na próxima sexta-feira.

Texto submetido à tomada de subsídios prevê alterações dos leiautes de relações de bens reversíveis e prazo da consulta se encerra no dia 31

Embora encontrar equipamentos compatíveis com espectro atual possa ser um impeditivo, as indústrias não precisam de autorização para migrar redes privativas para o 5G, segundo Emmanoel Campelo, presidente substituto da Anatel