
Senacon abre processos contra o Facebook por suposta violação de privacidade
Empresa terá prazo de 10 dias para apresentar defesa e responder a questionamento sobre uso de dados sensíveis dos usuários

Empresa terá prazo de 10 dias para apresentar defesa e responder a questionamento sobre uso de dados sensíveis dos usuários

Preocupação é com obediência às leis brasileiras sobre privacidade e com questões concorrenciais

Ao todo, foram ajuizadas cinco Ações Diretas de Inconstitucionalidade sob o argumento de que legislar sobre telecomunicações é competência privativa da União

Para o STJ, a ação deve seguir a norma geral prevista em artigo do Código Civil e consolidada em súmula

Em sua decisão, conselheiro diz que compra pode vir a colocar em risco a segurança e os interesses nacionais do Brasil ao manter dados judiciais em outro país

Para empresa, penhora de bens deverá ficar bem abaixo dos R$ 92 milhões impostos, já que fez acordo com a maioria dos reclamantes

Juiz da Justiça Federal de Brasília diz que a abertura do sigilo de e-mails de brasileiro não fere não a soberania do Estado estrangeiro

Empresa pública deve propor novos recursos para impugnar a penhora

Entidades repetem no STF argumento de que só União pode legislar sobre telecomunicações e ainda que a norma ofende o princípio da isonomia

Representantes das operadoras de telefonia móvel e fixa apontam que lei estadual de São Paulo invade competência da União no setor de telecomunicação e da Anatal, que fixou prazo de máximo de 30 minutos para consumidores

Procuradores apresentaram representação à PGR, para solicitar que norma seja arguida no STF

Decisão já está valendo, mas pode ser reformada em março, após audiência de conciliação

Raquel Dodge quer que Supremo cautelarmente aja para evitar prejuízos ao erário público com o negócio

O argumento é de que normas invadem a competência privativa da União para legislar sobre a matéria, além dos temas já serem regulados pela Anatel

Empresa se compromete também a implantar medidas adicionais ao seu programa de proteção de dados

Raquel Dodge concorda com irregularidades apontadas por técnicos do TCU sobre a diferença de ganhos previstos para a Telebras e a Viasat e vê a implementação do PNBL sujeita a aval da empresa norte-americana. Telebras defende legalidade do acordo.

Raquel Dodge se manifestou em ação que questiona lei editada pelo Estado do Rio de Janeiro. Norma impôs obrigação a empresas de telefonia e de internet informarem dados de técnicos que vão à casa do consumidor.

União tentava impedir que a Oi pudesse ser fornecedora de serviços para órgãos públicos por estar em recuperação judicial.

Como resultado, indústrias que não cumpriram metas podem continuar recebendo incentivos previstos na Lei de Informática
Recursos serão usados para equipar entidades públicas que combatem crimes cibernéticos e para instituições de caridade