
Oi remarca assembleia que votará grupamento de ações
Por falta de quórum na primeira convocação, a assembleia de acionistas da Oi que vai tratar de novo grupamento acontece no dia 10 de maio

Por falta de quórum na primeira convocação, a assembleia de acionistas da Oi que vai tratar de novo grupamento acontece no dia 10 de maio

Plano de recuperação da Oi foi aprovado por maioria. Entre os que votaram contra, BB disse que os ativos V.tal e ClientCo foram supervalorizados. Como o Itaú, banco estatal afirma que a tele não conseguirá pagar a dívida remanescente.

Oi vai reduzir participação na V.tal, hoje em 31,21%, para 17% caso não recupere receitas até o final do ano. Em compensação, vai rever valor do contrato de uso da infraestrutura, que terá desconto de 28%, resultando em economia de R$ 1,5 bilhão.

A V.tal afirma que o acordo com credores da Oi para obter a ClientCo, caso não apareçam outros interessados, prevê manutenção de "ethical wall" e que mantém compromisso de neutralidade. Mercado especula se acordo anunciado será transitório.

Proposta da empresa de rede neutra será apresentada caso a operadora não tenha sucesso na oferta inicial ao mercado; V.tal e Ad Hoc também anunciaram novos empréstimos à tele

Oi ainda tem caminho longo à frente e setor se pergunta sobre o futuro das interconexões, segmento em que a empresa é maior comercializadora. Confira no TV Síntese Semanal. E também: fair share na visão do ministro Juscelino Filho e a disputa regulatória entre grandes e pequenas operadoras.

O novo Plano de Recuperação Judicial da Oi foi aprovado por 79% dos credores na madrugada desta sexta-feira, em assembleia, realizada no Rio de Janeiro. Eles poderão obter até 80% do capital da companhia.

Com aumento da necessidade de liquidez, novo plano eleva financiamento para US$ 655 milhões e empréstimo-ponte para até US$ 135,8 milhões; assembleia foi interrompida para credores avaliarem a proposta

Maioria dos credores pediram mais um dia para finalizar o texto do plano de recuperação judicial e seus anexos. Empresa concorda, mas alerta que está com "necessidade urgente de liquidez". Administrador cobra que adiamento seja o último.

Para a Oi, redes neutras são serviço "análogo" ao de MVNO no segmento móvel, e demandam regulação. Já em interconexão, a companhia quer prevenir abusos.

Conselho Diretor da Anatel aprova, por unanimidade, minuta proposta para acordo com a Oi pela migração da concessão de telefonia fixa. Após aval também do Ministério Público, texto irá ao plenário do TCU.

Para as entrantes e provedores, a proposta de novo RUE pela Anatel traz acertos, especialmente em relação ao feriado regulatório, que atinge quem comprou espectro no leilão mais recente.

Juíza Caroline Fonseca diz que Oi e credores já tiveram tempo suficiente para concluir os trabalhos da AGC. E determinou à operadora bancar procuradores para os que não podem comparecer no dia 17 de abril.

Nesta edição do TV Síntese Semanal, mais sobre o acordo da Oi com a Anatel, prestes a ser avaliado pelo Conselho Diretor da autarquia, a mudança de regimento do Gape, a competição entre Hughes e Starlink no Brasil e mais.

Proposta é levar a AGC que define o futuro da recuperação da Oi para o dia 17, evitando assim uma reunião presencial sem resolução, em que a votação seria por adiamento e prorrogação do stay period. Juízo ainda vai decidir sobre o pedido.

Migração imediata vai liberar a Oi para vender ativos, como previsto no plano de recuperação judicial. Mateus Bandeira, CEO da companhia, estima que arbitragem termine em um a dois anos, com a tele recebendo recursos da União.

Operadora terminou ano com 4 milhões de clientes na Oi Fibra, que gerou receita de R$ 1,1 bilhão. Auditor ressalta que futuro da companhia depende do plano de recuperação final a ser votado pelos credores. Empresa revê para baixo valor do DTH.

Oi vai convocar assembleia de acionistas para deliberar sobre o novo grupamento de ações, necessário para cumprimento das regras da B3.

Credores terão 3 cadeiras em conselho de transição, de um total de 9. Em minoria, terão um auditor para acompanhar de perto os trabalhos e reportar quaisquer decisões que violem o plano de recuperação acordado

Operadora conseguiu negociar com provedores de capacidade satelital, torreiras e credores financeiros internacionais; plano prevê financiamento de US$ 650 milhões e empréstimo emergencial de US$ 125 milhões até abril