
Reforma tributária: Senado confirma análise após eleições
Embora urgência constitucional esteja em vigor, Pacheco entende que já há acordo pela retirada em breve. Governo mira conclusão em novembro.
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Embora urgência constitucional esteja em vigor, Pacheco entende que já há acordo pela retirada em breve. Governo mira conclusão em novembro.

Em coletiva, presidente do Senado faz análise pessoal da proposta de compensação à desoneração. Votação pode ser iniciada nesta terça-feira, 20.

Comissão aprova projeto de lei que prevê vigência de incentivos fiscais até 2029, sem redução gradual até lá. Proposta segue ao Plenário.

Inicialmente, votação estava prevista para esta quinta-feira, 15, mas acabou adiada para próxima semana. Sugere-se a criação de “Centrais de Cobrança e Negociação de Créditos”, no âmbito do Poder Executivo Federal e sob a governança da AGU.

Trata-se de parte da regulamentação da reforma tributária. Votação seguirá nesta quarta-feira, 14, com análise de emendas parlamentares.

Segundo relator, Eduardo Gomes (PL-TO), "a negociação está aberta" para outros temas, inclusive eventuais novas sugestões do governo.

Apesar das eleições municipais, parlamentares terão calendário presencial e remoto para cumprir prazos no Senado.

Cronograma conta com 11 audiências públicas, com previsão de concluir relatório no final de outubro. Entre os temas a serem discutidos estão cashback, Zona Franca de Manaus, transição e tecnologia.
Para Fábio Andrade, a unificação dos dois programas representa mais uma iniciativa importante para coibir o roubo e furto de celulares no país.

Prazo ampliado é menor que o solicitado pelo presidente do colegiado, que queria garantir debates até o final de 2024.

Projeto aprovado na Câmara só deve passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) antes de ir ao Plenário, mas parlamentares buscam ampliar espaços de debate.

Eduardo Braga seguirá com a relatoria do tema. Segundo ele, há questões que podem ser aprimoradas, entre elas, o regime para a Zona Franca de Manaus.

Em parecer sobre as emendas de Plenário, relator rejeita sugestões que buscavam atender demandas do setor de telecomunicações. No entanto, mudanças incluem "trava" para alíquota geral não passar de 26,5%.

Pelo prazo em vigor, colegiado deveria concluir atividades até 17 de julho. Sem acordo para votação, análise do texto foi adiada para depois das eleições.

Enquanto isso, novo relatório amplia a devolução da CBS para outros serviços essenciais, como energia e água, de 50% para 100%.

Para a Associação NEO, a essencialidade de telecom deveria ser reconhecida com a ampliação do cashback para população de baixa renda na reforma tributária.

Diante do relatório apresentado pelo GT que discute o projeto de lei, teles reforçam a avaliação de que a regulamentação do novo regime fiscal caminha para o aumento da carga tributária de serviço essencial.

Voto complementar do senador Eduardo Gomes incorpora mais 20 emendas integralmente e outras 13 parcialmente. Comissão espera votar relatório na próxima semana.

Serviços de internet e telefonia são enquadrados na regra geral, que prevê devolução de 20% do valor do imposto aos consumidores. Teles querem o mesmo patamar de outros serviços essenciais, de até 50%.

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