
Telefónica contrata direct carrier billing da Docomo Digital
A primeira subsidiária do grupo espanhol a ter a tecnologia ativada será a Movistar Chile. Outros países virão na sequência.

A primeira subsidiária do grupo espanhol a ter a tecnologia ativada será a Movistar Chile. Outros países virão na sequência.

O jornal espanhol Expansión diz que negociações estão acontecendo entre os executivos das controladoras das operadoras brasileiras Vivo, Claro e TIM. Jogada seria estratégica para obter frequências, torres, lojas, ao mesmo tempo em que reduziria a competição.

Operação movimentou R$ 70 milhões, foi concluída ontem, 26, e não altera estrutura acionária da Telefônica no Brasil.

Segundo o jornal O Globo, a fabricante Huawei estaria articulando com a China Mobile a aquisição da Oi.

Agência de notícias Reuters diz que a Oi negocia a venda de sua operação móvel com Telefônica e TIM. As duas operadoras negam qualquer negociação.

CEO diz que a Telefônica vai pedir a adaptação da outorga, embora reconheça que o efeito não seja imediato. Reafirma, também, que não existe conversa alguma sobre aquisição da Oi.

Questionadas pela CVM, ambas as empresas afirmaram desconhecer as informações veiculadas pelo jornal espanhol El Confidencial, segundo o qual o grupo Telefónica avalia comprar ao menos parte da Oi.

Segundo periódico El Confidencial, banco Morgan Stanley vai ajudar a Telefónica a estruturar oferta pela Oi, uma vez que o PLC 79 foi aprovado no Congresso Federal e aguarda apenas a sanção presidencial.

Segundo José Leça, diretor de Assuntos Jurídicos Regulatórios da Vivo, o novo regulamento de fiscalização que está para ser aprovado pela Anatel aumentará o grau de confiança entre os agentes.

Autoridade de competição diz que não pode avaliar a transação sem receber toda documentação exigida. Empresas recorrem.

A companhia dispõe de 50 mil sites próprios mundo afora e que não fazem parte do portfólio da Telxius, sua subsidiária de infraestrutura

Executivo mostrou plano de investimentos com foco em fibra e expansão do móvel. Empresa está no topo dos principais investidores estrangeiros a aplicar no Brasil, somando R$ 400 bilhões em aportes desde 1998.

Millicom pagou US$ 594 milhões pela operação no país centro-americano

Para a procuradora-geral da República, nesse caso, não seria evidenciado intuito de lucro das operadoras, o que afastaria a ideia de circulação de mercadorias e, por consequência, geraria o direito ao crédito do imposto.

Para a operadora, o Brasil ainda tem um número muito baixo de casas com ultra banda larga (velocidade de 34 Mbps para cima), e um enorme potencial de crescimento.

CFO e CEO do grupo espanhol afirmam que não há sentido em manter altos investimentos em redes legadas, que pouco dão retorno, quando novas tecnologias se avizinham.

Executivo ressalta que acordo dessa vez é maior e mais agressivo que o RAN Sharing firmado com TIM e Oi em 2015, que previa compartilhamento no espectro de 2,5 GHz. Defendeu o compartilhamento como forma de acelerar a expansão das redes no país.

Eurico Teles e Carlos Brandão, da Oi, David Melcon e Luis Plaster, da Vivo, foram indicados por investidores

Negócio deve movimentar € 18,4 bilhões

País passou a contar com 219 mil orelhões ativos em maio, uma fração do que havia em dezembro. Decreto do então governo Temer autorizou desligamentos.