
Com Starlink, ONGs levam conectividade a escolas do Norte
Escolas em áreas remotas, incluindo indígenas e quilombolas, receberão 100 antenas Starlink e ganharão acesso à internet.

Escolas em áreas remotas, incluindo indígenas e quilombolas, receberão 100 antenas Starlink e ganharão acesso à internet.

UniversoSat é credenciado à Starlink para comercializar planos da operadora de banda larga via satélite em qualquer país, e planeja expansão

Operadora do bilionário Elon Musk deve garantir que não haverá interferências sobre satélites de outras empresas

O ex-ministro, que havia assumido a vaga prometendo diálogo e pacificação do país, acabou se incorporando ao núcleo duro do governo Bolsonaro, chegando a divulgar factóides eleitorais. Leva o leilão do 5G em sua bagagem, mas sai ao som de "Bella Ciao".

Entrega de propostas não quer dizer garantia de que as escolas serão conectadas, ou mesmo se esse certame irá perdurar, já que um novo governo assume em janeiro

Segundo MCom, chamamento recebeu ofertas para 18.727 pontos. Não foi recebida nenhuma proposta para conexão por 5G.

Em consulta pública da Anatel, contribuições das empresas vão de encontro com interesses de concorrentes; Viasat e Claro querem opinar sobre a concessão de direito de exploração às estrangeiras e cobrar medidas contra interferências.

País está à frente apenas da Índia em levantamento da Northern Sky Research. Capacidade da internet via satélite, explica analista, depende do sinal direcionado à região.

A operadora norte-americana se comprometeu a oferecer roaming aos provedores parceiros e quer ampliar plano para outros países. Previsão é de início dos trabalhos em 2023.

Segundo a comissão, essas empresas não conseguiram demonstrar que seus provedores poderiam fornecer o serviço prometido em áreas rurais

Acordo firmado com Elon Musk foi anunciado como parte do programa de cobertura de internet nas escolas. Ministro das Comunicações, Fábio Faria, defendeu projeto em audiência pública.

Elon Musk diz que a Starlink vai conectar 19 mil escolas na Amazônia, mas Faria admite que detalhes ainda não estão definidos.

A constelação de satélites de órbita média (LEO) Starlink

Conseil d'Etat, corte da França, anulou as licenças concedidas pelo regulador francês em janeiro do ano passado, porque não foi realizada consulta pública prévia sobre o tema. No Brasil, a outorga, em caráter secundário, foi aprovada em janeiro deste ano.

O bilionário fica com 9,2% das ações da mídia social, revelaram documentos arquivados na SEC, a CVM dos Estados Unidos.

Valor da contratação inicial pode chegar a R$ 5,1 mil e mensalidade de R$ 530

Interlocutores advogam a nulidade da reunião extraordinária realizada no dia 28 de janeiro com base no parecer da Procuradoria da Anatel

Starlink recebe licença para operar 4,4 mil satélites no país até 2027. Agência concedeu licença também à Swarm, dona de constelação para rede de IoT, e negou pedido de preferência feito pela OneWeb.

Segundo pesquisa da Ookla, apenas a Starlink, cujos satélites operam em LEO, conseguiu ultrapassar as velocidades de upload de demais provedores de banda larga fixa em alguns países

Nos EUA, Faria tenta fechar parceria para conectar escolas e regiões remotas, além de monitorar a Amazônia