
CGI.br lança dia 25 consulta sobre regulação de plataformas digitais
Marcado para 25 de abril, em Brasília, evento terá debates multissetoriais, além da participação de autoridades

Marcado para 25 de abril, em Brasília, evento terá debates multissetoriais, além da participação de autoridades

Evento, que acontece na sede da agência em Paris, busca encontrar uma abordagem global baseada nos padrões internacionais de direitos humanos e na garantia da informação enquanto bem público

Segundo João Brant, secretário de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, a política do combate à desinformação digital irá caminhar em dois ritmos: o emergencial e outro que vai travar o diálogo mais amplo com a sociedade civil, empresas e o Parlamento.

Documento defende a definição de um único órgão regulador e a criação de um fórum permanente para monitorar a moderação de conteúdo online, entre outras medidas

De acordo com o ministério, "a Medida Provisória não prevê regulação da plataforma ou algo que se confunda com fake news"; Flávio Dino fala sobre equiparação entre real e virtual.

GT de transição recomendou prioridade para tema, com participação interministerial; governo caminha no sentido da orientação.

Há indefinição quanto à forma que o novo governo vai impor normas contra a desinformação; enquanto isso, projetos se acumulam no Congresso Nacional.

Futuro chefe da Secom prevê também debate da regulação de mídia.

Google, WhatsApp, Facebook, Instagram, YouTube, Twitter, TikTok e Kwai se comprometem a barrar a desinformação durante as eleições

Annabelle Gawer também comentou que uma nova regulação deve levar em conta a dificuldade de fiscalização das plataformas

Para o conselheiro da agência portuguesa, essas mega plataformas têm o poder de funcionar como porteiros da internet e restringir acessos

A ideia é aproveitar o debate sobre responsabilidade civil das plataformas digitais na disseminação das fake news e incluir o controle à pirataria.

Texto determina que haja verificação de mensagens para serem consideradas "fake news", que seja possível aos autores recorrerem da classificação e que redes de bots sejam rotuladas pelas plataformas.

Pesquisa feita pela Ovum indica que 72% das operadoras de TV pretendem usar set-top box com o sistema operacional criado pelo Google