STF fixa tese de repercussão geral contra proibição de app de transporte individual
Pelo texto aprovado, a proibição ou restrição a app como Uber é inconstitucional porque viola aos princípios de livre concorrência
Pelo texto aprovado, a proibição ou restrição a app como Uber é inconstitucional porque viola aos princípios de livre concorrência

Para os ministros todas as exigências impostas ao aperfeiçoamento do contrato foram atendidas

Para a relatora, norma é de proteção ao consumidor e não de telecomunicações, como alegou a associação das teles

Empresa recebeu R$ 1,38 bilhão de depósitos judiciais em ação contra a CFRP, mas teve que repassar ao cofre único, por falta de autorização orçamentária.

Decisão vale apenas para as empresas que constavam da lista de associadas na data da propositura da ação e que sejam optantes do Simples Nacional

De acordo com o MPDFT, a prestadora só permitia a mudança para planos mais caros

A demora é tamanha, até em função do acúmulo de processos, que os interessados precisam de mandado de segurança para seus casos serem examinados, diz advogado.

Ao todo, foram ajuizadas cinco Ações Diretas de Inconstitucionalidade sob o argumento de que legislar sobre telecomunicações é competência privativa da União

Para o STJ, a ação deve seguir a norma geral prevista em artigo do Código Civil e consolidada em súmula

Em sua decisão, conselheiro diz que compra pode vir a colocar em risco a segurança e os interesses nacionais do Brasil ao manter dados judiciais em outro país

Para empresa, penhora de bens deverá ficar bem abaixo dos R$ 92 milhões impostos, já que fez acordo com a maioria dos reclamantes

Juiz da Justiça Federal de Brasília diz que a abertura do sigilo de e-mails de brasileiro não fere não a soberania do Estado estrangeiro

Empresa pública deve propor novos recursos para impugnar a penhora

Entidades repetem no STF argumento de que só União pode legislar sobre telecomunicações e ainda que a norma ofende o princípio da isonomia

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Procuradores apresentaram representação à PGR, para solicitar que norma seja arguida no STF

Decisão já está valendo, mas pode ser reformada em março, após audiência de conciliação

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Raquel Dodge quer que Supremo cautelarmente aja para evitar prejuízos ao erário público com o negócio

O argumento é de que normas invadem a competência privativa da União para legislar sobre a matéria, além dos temas já serem regulados pela Anatel