
GSMA quer faixa de 600 MHz para o 5G até 2030
Frequência de 600 MHz é importante para cobrir a zona rural e melhorar o sinal indoor do 5G nas cidades, diz a GSMA.

Frequência de 600 MHz é importante para cobrir a zona rural e melhorar o sinal indoor do 5G nas cidades, diz a GSMA.

Anatel quer incentivar empresas pequenas e grandes operadoras a firmarem acordos para ocupação de faixas subutilizadas no país. Caram, superintendente de outorgas, lembra que há ainda espectro que sobrou de licitações passadas disponível para uso, e muitas faixas para redes privativas.

O conselho diretor aprovou hoje consulta pública, com prazo de 45 dias para as contribuições do mercado.

Na consulta do PGMC, empresa diz que marcos regulatórios devem viabilizar a coexistência entre sistemas satelitais com sistemas terrestres e reservar frequências altas para as comunicações baseadas em soluções espaciais

Presidente da agência de telecomunicações dos EUA, Jéssica Rosenworcel, defendeu no MWC 22 que o espectro entre 7 GHz e 15 GHz vá para o 6G, e que os trabalhos de harmonização comecem logo. No Brasil, faixa será destino dos canais de TVRO, utilizada por radioamadores, aviões e navios.

A indústria de celular tenta reverter a decisão da Anatel, que destinou 1,2 GHz para o serviço não licenciado WiFi6E. Entre os argumentos, está a o volume de recursos que poderiam ser arrecadados com novo leilão.

Estudo também alerta para o potencial impacto econômico negativo da disponibilidade insuficiente de espectro. Se isso acontecer, o PIB mundial pode deixar de crescer até US$ 360 bilhões

O acórdão explicita que Claro, TIM e Vivo terão que oferecer 15% do espectro para novos players, através de ofertas de roaming nacional e MVNO (operadora móvel virtual) a preços de custo.

Sociedade poderá enviar contribuições à consulta por 45 dias e dizer como empresas, entidades e pessoas físicas devem receber multas pelo uso irregular do espectro

Algar Telecom instalou a nova tecnologia na faixa de 2,3 GHz em bairros de Uberlândia, Uberaba e Franca

A avaliação é do superintendente Vinícius Caram, que já analisa novas frequências para o serviço

Para Cristiane Sanches, conselheira da Abrint, ISPs começarão a usar o mercado secundário de espectro apenas a partir de 2023, depois de aprovado o novo regulamento da Anatel sobre o tema

Presidente da Comissão que organiza a licitação da Anatel ressalta que dos 15 interessados em participar do leilão, apenas cinco já operam no mercado móvel.

Presentes ao Inovatic, Emmanoel Campelo, vice-presidente da Anatel, e Cristiane Sanches, da Abrint, disseram que o número de interessados nesta fase do leilão 5G demonstra a relevância da disponibilidade do espectro para a ampliação da conectividade no país

A antecipação do serviço celular em localidades e polígonos de cidades não irá depender da limpeza completa da faixa de 3,5 GHz para os sinais de TV ou de satélite, responde a comissão de licitação.

Proposta apresentada por Emmanoel Campelo, e que vai a consulta pública, transfere rede móvel de Exército e polícias para a faixa de 850 MHz, e libera mais espectro para uso das operadoras nos 700 MHz. Também há mudanças em 850 MHz, 450 MHz e 900 MHz, 1,8 GHz e 2,1 GHz.

Diretor da empresa, Luiz Minoru, afirmou que decisão sobre espectro ainda depende de nuances do edital 5G, que será votado pela Anatel nesta semana

Reservas de espectro significariam menos desses recursos para operadoras móveis e consumidores, o que pode comprometer a quinta geração

Para Marcos Ferrari, da Conexis, mudanças no edital que elevem o preço das faixas de frequência podem onerar investimentos e atrasar chegada do 5G. Por isso propõe mais diálogo antes da publicação das regras definitivas do certame.

Ao analisar a renovação das licenças de 850 MHz da operadora, conselheiros discordaram quanto ao melhor método de precificação. Venceu a posição do relator Emmanoel Campelo, que defendeu a cobrança do preço de mercado pelo espectro. Com isso, licenças da Vivo são renovadas até 2028.