
Por que gigantes de telecom dos EUA precisam ser baseadas em software?
Durante décadas, o poder no setor de telecomunicações foi medido por quem possuía o maior inventário de torres, cabos e espectro

Durante décadas, o poder no setor de telecomunicações foi medido por quem possuía o maior inventário de torres, cabos e espectro

TelComp defende modelo variável de leilão de espectro, com segmentação geográfica e revisão dos blocos nacionais adotados pela Anatel

Ação preventiva e corretiva acompanha adoção de sistema de sonorização totalmente sem fio no Sambódromo da Marquês de Sapucaí

Medida reconhece a conferência como grande evento internacional e busca garantir infraestrutura de telecomunicações para cobertura e segurança em Belém (PA)

Para Luciana Camargos, da GSMA, Brasil precisa planejar o desligamento tecnológico antes de relicitar a faixa, atualmente em uso por operadoras móveis nacionais. Solução pode vir por meio de política pública, avalia.

Minuta contempla faixas de 850 MHz, 2,3 GHz, 2,5 GHz e 3,5 GHz; proposta inclui obrigações de investimento em conectividade, critérios ESG e execução indireta por entidade gestora. Freire pediu vista.

Proposta exige mitigação de interferências e reforço apenas em áreas com cobertura; agência também quer padronizar coleta de dados sobre campos eletromagnéticos

Associação considera proposta de adiamento “sem lógica técnica ou econômica” e vê oportunidade para ampliar competição móvel com acesso dinâmico às faixas ociosas

Com validade até setembro de 2029, autorização contempla 163 municípios espalhados por CE, RN e PB; bloco adicional é de 20 MHz

A limpeza da faixa de 3,5 GHz está praticamente concluída. Mas a tecnologia 5G será paulatinamente oferecida, a depender dos planos das operadoras que compraram o espectro.

A disputa já começou entre os próprios prestadores de pequeno porte. Muitos ISPs reivindicam o uso secundário do espectro, que não é atualmente permitido, e aqueles que compraram frequência são contrários. O PGMC deve endereçar a questão.

Superintendente de Outorga e Recursos à Prestação da Anatel diz que dividir a faixa de 6 GHz entre telefonia móvel e WiFi garante a futura ativação do 6G no País; regulador também questiona a falta de uso da faixa em serviços de banda larga

Com validade até julho de 2029, autorizações incluem os estados de Pernambuco (49 municípios), Ceará (37), Rio Grande do Norte (22) e Paraíba (11)

Em 2,2 mil cidades, há solicitação de apenas uma operadora regional; interesse pela frequência aumentou após agência ter estendido prazo para ativação do serviço celular

Em workshop de espectro da Anatel, operadora diz que telefonia celular é altamente dependente de investimentos e que há “frenesi” para tornar setor competitivo como a banda larga fixa

Frequências ainda não foram definidas, mas agência tem interesse em levar o 5G para faixas abaixo de 1 GHz; possível calendário de licitação ainda será discutido entre as superintendências do órgão regulador

TIM, Claro e Vivo alegam que eventual atualização do regulamento prejudica investimentos e passa por cima de direitos de leilões já concluídos; Oi e associações apoiam proposta de atualização

Anatel contratou a UFSC para desenvolver ferramenta de precificação de frequências móveis, atualizando a metodologia atual. Universidade terá 30 meses para concluir o projeto.

Medidas envolvem cinco faixas de frequência e mais de 2.700 MHz de banda; diretrizes podem impactar discussão da WRC-23, para definição da pauta da próxima conferência

Anatel deve lançar painel que mostra as cidades em que há frequências móveis ociosas em breve, indicou o presidente do órgão regulador; objetivo da agência é simplificar transações de espectro entre operadoras