
Sem renda do satélite, Telebras já consumiu 87,5% do orçamento
A estatal gastou em quatro bimestres R$ 141,8 milhões dos R$ 162,2 milhões previstos para todo o ano

A estatal gastou em quatro bimestres R$ 141,8 milhões dos R$ 162,2 milhões previstos para todo o ano

Empresa teme que Correios deixem de ser cliente de seus serviços de logísticas devido ao acordo com a Azul.

Segundo o presidente da Telebras, Jarbas Valente, os Correios querem levar a telefonia móvel nas localidades a serem atendidas pela estatal.

Pregão está marcado para ser iniciado no dia 20 deste mês

Proibição de demissão em órgãos públicos, entretanto, está garantida na Lei Eleitoral, admite

Cliente poderá preencher dados da remessa com antecedência, e se dirigir à agências apenas para postar e pagar pelo envio.

O público alvo são os clientes do pré-pago dos Correios Celular, especialmente os desbancarizados. Não está decidido se o serviço terá a marca dos Correios, ou não.

Cargo vinha sendo ocupado interinamente pelo engenheiro desde abril. Seu projeto de reestruturação da empresa prevê o fechamento de 513 agências nos próximos anos

Empresa registrou ganhos de R$ 667 milhões em 2017. Um ano antes, prejuízo fora de R$ 1,48 bilhão.

Prestadora vai fornecer à ECT serviço de acesso dedicado à internet e proteção a ataques de DDOS e de aplicações

Liminar judicial limita a 8% a nova tabela de preços do Sedex e do PAC cobrada pela empresa estatal; mais de 7 mil lojas virtuais são beneficiadas pela medida

Presidente dos EUA diz que correios locais perdem "uma fortuna" com entregas da gigante do e-commerce e promete mudar as regras, obrigando a Amazon a gastar mais US$ 2,6 bilhões com postagens.

Ministro afirma que Tesouro Nacional não irá socorrer a estatal, que acumula prejuízos.

A questão já está em exame no TST, que pode se manifestar sobre dissídio coletivo

TRF ainda não colheu defesa dos Correios, que foram notificados. Reajuste das tarifas começaram a valer hoje, 6.

O presidente dos Correios, Guilherme Campos , afirma que a privatização da empresa nunca foi cogitada por ele ou pelo ministro Kassab ou pelo governo. Mas a sua recuperação, defende, depende da redução dos custos do monopólio, que para ele, o mais grave continua a ser o plano de saúde dos empregados, que consome R$ 1,8 bilhão por ano. Espera que o TST julgue a demanda ainda em março.

Gilberto Kassab ainda defende saída para o futuro da empresa, mas descarta qualquer movimento nesta gestão. Empresa encerrou 2017 com prejuízo de R$ 1 bilhão, segundo o ministro.
Finep teve correção de 8% no orçamento previsto para o ano.

O plano de saúde, com custo anual de R$ 1,9 bilhão e o PDI foram os vilões apontados pelo presidente da empresa para os prejuízos que ainda serão conhecidos.

Segundo Guilherme Campos, a nova empresa vai gerar economia de R$ 200 milhões ao ano para a empresa, queda de 35% dos custos atuais.