
Correios esperam arrecadar R$ 340 mi com a venda de 16 imóveis
Venda faz parte de medidas para reduzir custos operacionais da estatal, cuja privatização é defendida por Bolsonaro

Venda faz parte de medidas para reduzir custos operacionais da estatal, cuja privatização é defendida por Bolsonaro

Estatal diz que pretende abrir 27 novos pontos de "unidades modulares" ainda este ano.

Empresas, consórcios ou cooperativas interessados podem apresentar contribuições até o dia 1º de julho

Ex-ministro da Secretaria-Geral, Floriano Peixoto tomou posse nesta segunda (24) na presidência da estatal. Ele substituiu Juarez Cunha, que foi demitido após ser criticado por Jair Bolsonaro.

Coordenador do grupo, deputado Leonardo Monteiro, vai tentar convencer o governo, a base aliada e o novo presidente da estatal a evitar a venda da empresa

Infraestrutura deve ligar as unidades da empresa em todo território nacional
Tribunal decidiu, no entanto, que venda das subsidiárias das estatais não precisa do crivo do Parlamento

Foi o que previu hoje o presidente da estatal, general Juarez Aparecido Cunha, durante audiência na Câmara

General aponta que a empresa pública deve ser autossustentável e superar problemas como o rombo no fundo de pensão.

“O PT destruiu a empresa”, afirma o presidente da República, para justificar a medida. Na segunda-feira, o ministro Marcos Pontes (MCTIC) disse que havia sinal verde para os estudos de privatização.

Correios, por sua vez, consomem 7,9% dos recursos para investimentos nos primeiros quatro meses de 2019

Essas medidas fazem parte do plano de enxugamento da estatal que deve ser concluído até o início de julho.

Presidente cita rombo no Postalis (fundo de pensão) e mensalão para justificar a venda. Os Correios tem 115 mil funcionários e 12 mil agências. O mercado mais competitivo - o de encomendas - é livre, não sujeito ao monopólio.

Empresa vai selecionar 27 lojas que irão abrigar unidades modulares da ECT onde o serviço não existe e que podem render lucratividade de até 10,65% aos parceiros

Recursos totais da estatal para este ano passam de R$ 1 bilhão

A Azul ficará com 50,01% da nova empresa e a ECT com 49,99% para o transporte de carga postal aérea e terrestre.

Dívidas com a empresas poderão ser pagas em até 120 meses, com redução de 25% dos juros de mora

Estatal aplicou R$ 212,8 milhões dos R$ 462,2 milhões aprovados
Licitação está marcada para o dia 17 de dezembro

No MCTIC, ministro troca presidente dos Correios por general