
Cade pede explicações à Telcomp
Cade diz que está fiscalizado a venda da Oi Móvel e quer saber da Telcomp que obrigações as compradoras da empresa não cumpriram ainda

Cade diz que está fiscalizado a venda da Oi Móvel e quer saber da Telcomp que obrigações as compradoras da empresa não cumpriram ainda

Cielo aponta dúvidas em relação ao funcionamento contínuo das maquininhas PoS, utilizadas por comerciantes em todo o Brasil, e pede à Anatel mais prazo para operadoras transferirem clientes da Oi Móvel. Ao Tele.Síntese, diz que mesmo sem postergação, já começou a trocar SIM Cards e que nenhum cliente será afetado.

Fernando Viana prorrogou por 10 dias o prazo para a efetivação do depósito no valor de R$ 1,52 bilhão para a Oi e pediu a manifestação do Ministério Público.

Desembargador Henrique de Andrade Figueira, do TJ-RJ, se declarou impedido de julgar o recurso de Claro, TIM e Vivo contra depósito de R$ 1,5 bi em favor da Oi, por parentesco com um dos envolvidos no processo.

Claro, TIM e Vivo, querem desconto de R$ 3,2 bilhões pela compra da Oi Móvel. O negócio foi fechado por R$ 16,5 bilhões, em dezembro de 2020. A Oi, por sua vez, alega que há equívocos na metodologia, nos critérios, nas premissas e na abordagem adotados pelas compradoras

O contrato assinado previa a retenção de 10% do ofertado, no valor de R$ 1,447 bilhão. Esse montante, que seria liberado, ficará retido por mais um mês, devido a complexidade das informações a serem analisadas, informa a Oi.

O placar de 5 a 1 terá o voto contrário do relator do processo, Luis Braido. Os demais dirigentes do Cade foram convencidos pela Anatel de que se a Oi falir, o risco seria de toda a rede de telecom

Órgão antitruste afirma que condutas concertadas são, também, uma forma de conluio, pois reduzem a competição entre agentes do mercado, aumentam o poder de mercado das firmas que fazem parte do acordo e podem culminar com a exclusão de rivais

Associação Neo, Idec, Sercomtel e Telcomp apontam problemas no parecer enviado pela Superintendência-Geral do Cade para o Tribunal do órgão.

Decisão da Superintendência-Geral, no entanto, não é definitiva. Caso será julgado pelo tribunal do órgão antitruste, que pode acatar ou não acordo de controle de concentrações proposto pela área técnica

Pedido de prorrogação da Superintendência-Geral do órgão pode estender a decisão para fevereiro de 2022

Proposta do relator Moisés Moreira é negar a entrada da Algar no processo, mas autorizar a Superintendência de Competição a considerar argumentos contrários à venda da Oi Móvel. Vicente Aquino pediu vistas, mas sinalizou concordar com a proposta.

A Associação Neo une-se à Telcomp e Algar na tentativa de participar na Anatel do processo de compra da Oi Móvel. Todas tecem críticas ao negócio e querem remédios.

O parecer formulado por três professores da universidade foi entregue pela Associação Neo ao Cade, que julga a venda da Oi Móvel para Claro, Tim e Vivo.

Foram admitidas a Algar, Sercomtel, TelComp, Associação Neo e o Idec, que atuará em defesa dos consumidores

Cade abre ato de concentração para analisar a venda da Oi Móvel para Claro, TIM e Vivo

Os compradores e Oi ingressaram nesta semana com a solicitação de anuência prévia da Anatel para a efetivação do negócio. O único documento público do processo avança em poucos detalhes sobre a operação, além do que já foi divulgado ao mercado.

Embora a TIM seja a operadora a ficar com o maior número de ativos e clientes da Oi Celular, as partes que serão repassadas para a Vivo e Claro, conforme a divisão proposta pelas compradoras, irá consolidar a posição das duas primeiras colocadas.

As três grandes operadoras de celular em conjunto, Claro, TIM e Vivo, aumentaram sua oferta pela Oi Celular e estão oferecendo R$ 16,5 bilhões. A norte-americana Highline continua na disputa

CEO da Vivo, Christian Gebara, voltou a confirmar uma possível oferta vinculante para a Oi Móvel, e Pietro Labriola, CEO da TIM disse esperar que dentro de mais 30 dias será possível avançar em uma proposta