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Roberto Jaguaribe e Luiz Augusto Ferreira terão mandato de quatro anos
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Roberto Jaguaribe e Luiz Augusto Ferreira terão mandato de quatro anos
Imprensa internacional destaca tamanho da recuperação judicial da Oi
Fitch rebaixa novamente nota da empresa motivada pelo pedido de recuperação judicial. Mooddy's também faz rebaixamento.

A Oi tem pago em dia os contratos mensais; com fornecedores de tecnologia, entregas de equipamentos e software, contratos têm sido alongados em cinco meses.
Em audiência na Câmara dos Deputados a frente em defesa da EBC criticou a tentativa do atual governo interino de querer extinguir a emissora pública.

Advogados entendem que a Anatel não poderá proibir a venda de imóveis pela Oi, pois a palavra final passa a ser do juiz da recuperação judicial
Para entidade que representa o setor de TV por assinatura, processo da Oi mantém estrutura operacional. Operadora também trabalha com DTH, em que tem concorrentes em todo o país, ao contrário do que acontece na banda larga e telefonia fixa.

Mesmo assim, a organização diz que o mercado brasileiro, abalado pelos problemas da economia, está prestes a se estabilizar.

Para Floriano de Azevedo Marques, o poder público tem que financiar os serviços em regiões não atrativas e mesmo para grupos populacionais específicos.

O maior pedido de proteção à falência já ocorrido no Brasil, feito ontem, 20, pela Oi, está sendo analisado por diferentes juristas, advogados, economistas e executivos ouvidos pelo Tele.Síntese como a medida necessária, e única, adotada pela operadora brasileira para continuar a tocar suas operações, proteger suas atividades e poder voltar a sentar na mesa com os credores. Todos sabem que a complexidade da negociação é enorme, devido ao grande e diferenciado perfil dos credores, mas há também a certeza de que a operadora é fundamental para a manutenção do sistema de telecomunicações brasileiro, e por isso ninguém acredita em sua falência.

Em fase de finalização, a proposta a ser submetida ao conselho diretor possibilita a migração das concessionárias para o regime privado, mas não acaba com o regime público.
E afirma que o pedido de recuperação judicial precipita as discussões técnicas e políticas para aprimorar o marco regulatório.