
Cade libera sem ressalvas renovação do RAN Sharing entre Telefônica e TIM
O Cade aprovou a renovação de contrato de RAN Sharing entre Telefônica e TIM sem restrições, apesar de protestos da Telcomp
O Cade aprovou a renovação de contrato de RAN Sharing entre Telefônica e TIM sem restrições, apesar de protestos da Telcomp
Empresas terão participações iguais, de 25% cada; serviço já foi testado na Alemanha e grupo planeja pilotos na França e Europa.
Relatório de grupo que representa o setor privado na OCDE aponta soluções tecnológicas capazes de inibir o suborno e aumentar a transparência no setor público; Telefónica indica que vai seguir as recomendações
Por outro lado, banco projeta que receita de serviços cresça 9,5%, impulsionada pela aquisição de clientes móveis pós-pagos
Tele diz que exigências da agência traz danos ao negócio, como a proibição de cobrar franquia mensal
Operadora readquiriu 13,381 milhões de papéis ao longo do ano passado; preço médio de cada ação foi de R$ 45,39
Deutsche Telekom, Orange, Telefónica e Vodafone submeteram proposta à Comissão Europeia com o objetivo de criar negócio de anúncios direcionados
Tribunal investiga se a contribuição ao Fistel, com incidência da TFI, ocorreu de forma proporcional ao aumento de clientes após a aquisição. Auditoria atende a pedido do Legislativo.
O processo já está nas mãos do relator sorteado, Alexandre Freire, com o parecer contrário da área técnica da Anatel.
Medida atinge serviços como aluguel de dutos, bitstream, full unbundling e transporte de atacado
Operadoras integram lista elaborada por organização especializada em divulgação e qualificação ambiental de empresas; teles planejam zerar as emissões líquidas de carbono até 2040. A Vivo ganhou o selo A e a TIM passou para o selo B.
Para a fabricante, a agregação de novas faixas no 5G habilitam novos casos de uso industrial, de realidade virtual e abre caminho para o metaverso.
O motivo foi a não ativação de serviços na faixa no prazo consignado pelo Edital de Licitação do 4G, o qual teria terminado em 31 de dezembro de 2015.
Para órgão antitruste, entidade não evidenciou a sua oportunidade e conveniência para a instrução processual e defesa dos interesses da coletividade.
Entidade afirma que operação gera concentração de mercado, defende sua participação como terceira interessada no processo e cita que Claro não faz uso compartilhado como as concorrentes
Com a operação, a Telefónica passa a deter 70% das ações da companhia de cabos submarinos
Agência dá 15 dias para apresentação de novas adequações. Vivo terá que deixar expressa oferta de todas tecnologias, incluindo 5G; À Claro, autarquia pede revisão de preços.
José Borges, superintendente de competição da autarquia, diz que agência deve separar o que é ganho de eficiência de práticas anticompetitivas ao analisar trato entre operadoras
José María Álvarez-Pallete seguirá no cargo que ocupa deste o início deste ano; vice-presidência da associação global de operadoras móveis ficará com Gopal Vittal, CEO do Grupo Bharti Airtel
Receita da companhia, por outro lado, teve alta de 11,2%, com destaque para os ganhos no Brasil (29%) e na América Hispânica (18,2%)