
TIM demonstra 5G com tecnologia Huawei em Florianópolis
Segundo Marco Di Costanzo, da TIM, operadora acompanha briga comercial entre EUA e China e não vê restrição ao uso de equipamentos da fabricante

Segundo Marco Di Costanzo, da TIM, operadora acompanha briga comercial entre EUA e China e não vê restrição ao uso de equipamentos da fabricante

Apps da rede social continuam funcionando normalmente nos aparelhos que já saíram com eles instalados de fábrica

Operadoras Oi, Nextel, TIM e Vivo responderam a notificação do Procon-SP dizendo que responsabilidade sobre atualização dos aparelhos é de Google e Huawei.

Declaração amplia percepção de que banimento da empresa tem mais a ver com pressões para a China ceder nas tratativas por um novo acordo bilateral de comércio do que com a segurança de fato das redes do país.

Carlos Lauria, diretor de Relações Institucionais, da Huawei, disse que já procurou o Gabinete de Segurança Institucional e que recebeu o apoio do governo.

Porta-voz do Ministério da Economia da China diz que EUA estão fazendo "bullying", segundo agência local de notícias, a Xinhua.

Empresa britânica criadora da arquitetura dos chipsets para smartphones usa tecnologia desenvolvida nos EUA e, portanto, se diz sujeita ao embargo norte-americano.

Segundo o CEO Global, Cristiano Amon, o corte de fornecimento de chips se deu apenas com a fabricante Huawei. As demais fabricantes, como Xaomi, ZTE ou Vivo continuam a receber os seus produtos.

Os presidentes da Claro Brasil, José Felix, e da Oi, Eurico Teles, defendem que o Brasil mantenha-se neutro frente a atual guerra tecnológica entre Estados Unidos e China, que afeta diretamente a fabricante Huawei, que tem muita presença no mercado brasileiro.

Fundador da Huawei diz que fornecedores norte-americanos de componentes já pressionam o governo dos EUA para rever restrições. Em 2018, chinesa comprou 50 milhões de chips apenas da Qualcomm.

Huawei diz que prestação de serviço a operadoras e empresas brasileiras não sofrerá impacto por banimento do mercado norte-americano, onde está proibida de comprar componentes.

Microsoft, Qualcomm e Intel também cortaram relações com a fabricante chinesa, que estaria estocando peças há meses, antevendo o decreto baixado na última semana pelo governo de Donald Trump que a baniu do mercado estadunidense.

Qualcomm teria 10% das receitas resultantes de negócios feitos com a Huawei. Índice da Filadélfia amarga baixa nesta quinta-feira, reflexo da decisão do governo Trump.

Empresa afirma que decreto de Trump levanta questões legais e fere seus direitos.

Presidente dos Estados Unidos decide supervisionar transações de empresas locais com estrangeiras, sob alegação de conter ameaças à segurança do país. Iniciativa pode banir a Huawei do mercado americano.

Advogados apresentaram nova defesa hoje, 8, na qual afirmam que prisão foi ordenada pelos Estados Unidos e representa um processo movido por considerações políticas, não pelo Estado de Direito

Celular marca retorno da Huawei ao mercado brasileiro de smartphones.

Huawei pode tomar o posto de maior fabricante do mundo da Samusng até 2020. Sul-coreana contra-ataca com linha intermediária redesenhada e novos modelos de entrada.

Operadoras ainda vão poder recorrer a outros produtos, como antenas, da fabricante chinesa.

Foram reclicladas 37 toneladas de baterias de chumbo, 42 toneladas de lixo eletrônico e 37 toneladas de cabos