
Trump prorroga decreto que baniu Huawei dos EUA
Validade do texto que determina emergência nacional e regula compras das operadoras de telecomunicações dos EUA foi estendida até maio de 2021.

Validade do texto que determina emergência nacional e regula compras das operadoras de telecomunicações dos EUA foi estendida até maio de 2021.

Para Nokia, Ericsson, Intel e Huawei falta de sincronia entre blocos seria um problema nas divisas dos estados. Tamanho dos blocos não é consenso, no entanto.

Superintendente de Obrigações da Anatel, Gustavo Borges, recomenda ser mais adequado tratar dessa questão em regulamento do setor, pois o 5G poderá ser implementado em frequências atualmente ocupadas e que não estarão à venda no leilão.

A fabricante também colocou à disposição um sistema de inteligência artificial para produzir diagnóstico rápido a partir de imagens de tomografia computadorizada.

As redes de 5G, afirma o diretor de Cyber Security Global da Huawei, Marcelo Motta, são bem mais seguras do que as aplicações de internet que passam sobre essas redes e lembra os recentes exemplos de quebra de privacidade, que ocorreram com as empresas de internet. Com a recente portaria do GSI, a Huawei manterá sua presença no Brasil, apesar da pressão dos Estados Unidos pelo seu banimento.

ISPs com menos de 2 milhões de usuários receberão dinheiro da agência reguladora do país para trocar aparelhos da Huawei e da ZTE por similares de outras marcas.

Samsung também cresceu. Demanda mundial por celulares inteligentes, no entanto, encolheu no ano passado, aponta a consultoria Gartner.

A Huawei aponta que é líder no país na oferta da tecnologia 4G e que é a partir dessa base que a 5G evolui. Para Marcelo Motta, diretor global de segurança da empresa, entre outras razões para as "acusações sem prova" está a briga das patentes.

Huawei manteve participação de 28% no mercado global de infraestrutura em telecom, enquanto Nokia perdeu espaço, Ericsson ficou estável, ZTE cresceu e Cisco encolheu.

Ericsson, Huawei, Intel, Nokia e Qualcomm foram algumas das empresas que apresentaram novidades ao longo da semana

Após mapeamento, autarquia vai financiar a substituição dos equipamentos

Guido Naves, comandante de Defesa Cibernética, afirma que edital deveria ter cláusula impedindo multinacionais de fornecer informações aos governos de seus países de origem

Christian Gebara, CEO da Telefônica Vivo, diz que Huawei é importante fornecedora de equipamentos de acesso móvel e de núcleo de rede. Em conferência com analistas, comentou também que a operadora segue atenta à possibilidade de comprar ativos da Oi.

Leonardo de Morais ressalta que o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República é que poderá discutir, depois, limitação a fornecedores da rede

Apple confirma impacto sobre a produção e as vendas na China, país mais afetado pela doença, e diz que por isso resultados trimestrais virão abaixo do esperado.

João Rezende defende que o leilão de espectro 5G trouxesse preferência por empresas nacionais, como ocorreu com o da 4G, quando dirigia a agência reguladora

Gigante desafia o governo americano a tornar públicas evidências de que seus equipamentos tenham backdoors, diz que desavenças por patentes são comuns no mundo atual e ressalta que a Apple tem quase 3x mais processos por violações de propriedade intelectual.

Departamento de Justiça diz que a fabricante chinesa obteve código fonte de roteador, tecnologia de antenas móveis e testes robotizados de empresas norte-americanas de forma ilegal

Em nota, a empresa informa que está pronta para continuar parceria com as operadoras nacionais na nova tecnologia

O decreto com a política de cibersegurança vai determinar para a Anatel estabelecer condições de participação de 35% da chinesa Huawei nas redes de telecomunicações 5G. A fabricante não poderá ainda estar presente em áreas estratégicas, a serem definidas pela agência, e só irá oferecer equipamentos de menor valor para a rede de acesso, como erbs e antenas. O MCTIC não confirma essas informações.