
Ver TV ganha licença para prestar serviço móvel
A operadora renova também as licença para a TV paga e banda larga fixa, por R$ 22,4 milhões para todos os serviços

A operadora renova também as licença para a TV paga e banda larga fixa, por R$ 22,4 milhões para todos os serviços

O acordo entre a Nextel e Telefônica de compartilhamento de frequência é baseado em roaming

Maior operadora móvel em número de assinantes dos EUA pagará US$ 3,1 bilhões, superando lance da AT&T

O presidente do grupo América Móvil voltou a negar interesse de compra na Oi, e em um recado subliminar ao governo, disse acreditar em uma solução negociada.
A consulta sobre o PPDUR terminaria no dia 7 de maio e ficará disponível por mais 15 dias

Essa é a faixa que está sendo apontada pela Europa e Estados Unidos

O secretário de Energia do MME, Fábio Alves, e o diretor da diretoria da Aneel, André Patrus, engrossaram o coro ao lado das concessionárias de energia elétrica para que a Anatel libere uma licença exclusiva para a oferta de banda larga para o setor. Esse debate também será travado na Citel e UIT.

As operadoras de celular vão ocupar antes do tempo a frequência de 700 MHz que estava destinada para as emissoras de TV. O Gired (grupo que decide sobre a transição da TV analógica para a digital) aprovou hoje,20, a antecipação da ocupação dessa frequência pelas operadoras de celular para a capital da República.

A Anatel afirma ainda que a mudança promovida no PL em relação ao Fust não mexe na destinação, mas evita que ele passe a incidir sobre receitas publicitárias de rádio e TV abertas.

Um parecer técnico solicitado pela Liderança do Governo no Senado e produzido pela consultoria técnica traz vários questionamentos sobre o projeto de lei de reforma de telecomunicações. Demonstra o quanto a União arrecadou com a venda de frequências nesses anos - R$ 31,8 bilhões - e o que estaria perdendo, questiona também o fim das licitações para os satélites e explicita um conceito para os bens reversíveis bem mais amplo ao que tem sido defendido pela Anatel.

Com a proliferação de bilhões de dispositivos conectados, uma nova forma de ocupar o espectro poderia ser conforme a relevância da aplicação, sugere o professor Caio Márcio Pereira Neto.
A lista dos detentores das licenças cassadas está no DOU.

A Verizon, maior operadora de celular norte-americana, resolveu mostrar seu interesse pelo mercado brasileiro de Internet das Coisas, e apresentou uma série de reivindicações à consulta pública aberta pelo MCTIC sobre o tema. Entre elas, a operadora não quer que esse segmento se submeta à regulação de telecomunicações (e, como consequência à Anatel), e pede que o governo libere frequências de 5G para o uso comercial.

Stefano de Angelis, embora entenda que a aprovação da reforma de telecom tenha se acelerado por causa da Oi, disse que todo o setor se beneficia com regras estáveis. E acha que é o momento de se reanalisar as regras de fusão e aquisição.

Adotado em 2013 pela TIM e Oi, o modelo de compartilhamento, depois estendido a outras operadoras, permitiu manter os parâmetros de qualidade de rede.

A velocidade atingida foi de 4,5 Gbps e a latência inferior a um milissegundo.

Juarez Quadros fez duras críticas à fusão da Oi com a Brasil Telecom, realizada em 2008. Para ele, se essa fusão fosse proibida, a dívida da Oi atual, que é de R$ 65 bilhões, seria muito menor.

A consulta propõe mudanças em diferentes regulamentos da Anatel e estará disponível por 60 dias. A agência propõe destinar pelo menos 175 MHz para serviços de reportagem externa, repetidoras de TV, transmissão de programas. E outros 100 MHz para a banda larga LTE TDD

A Anatel propõe tirar os serviços de radiodifusão que ocupam esse espectro e liberar para a banda larga móvel.

O leilão de sobras de frequências de 1,8 GHZ, e 2,5 GHz em FDD e TDD foi realizado no segundo semestre de 2015 pela agência.