
Qualcomm sugere novos espectros para o 5G
Para a empresa, a extensão da faixa de 3,5 GHz até 4,2 GHz, e o uso no Brasil da faixa de 600 MHz garantiriam a largura de banda necessária para atender as operadoras existentes

Para a empresa, a extensão da faixa de 3,5 GHz até 4,2 GHz, e o uso no Brasil da faixa de 600 MHz garantiriam a largura de banda necessária para atender as operadoras existentes

Fabricante sugere que parte do espectro hoje usado pelas empresas de satélite seja destinado às operadoras móveis, inclusive em banda Ka.

O adiamento do leilão de 5G, inicialmente previsto para março, está agora sem data para ser remarcado. Para sua confirmação é preciso da realização da consulta pública da proposta do edital.

Radiodifusores pressionam para que Anatel altere cronograma, diante da constatação de interferência em transmissões via satélite de TV aberta

Conselheiro da Anatel estima que a licitação brasileira vai arrecadar R$ 20 bilhões no ano que vem. Valor abaixo dos leilões mais caros realizados em outros países, mesmo quando há obrigações de cobertura e investimento em infraestrutura.
A região de Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul, era a última que faltava para a liberação da frequência para o celular

A norma que regulamenta o SCM vem em segundo lugar, conforme aponta relatório divulgado pela agência

Proposta esta em discussão no Comitê de Uso do Espectro e de Órbita, que se reúne nesta terça-feira, 4

Utilities acreditam que operadoras não conseguirão comprovar utilização do espectro e preveem redistribuição da faixa até 2021

Entidade diz que leilão mal planejado pode elevar preço do espectro e dificultar investimento posterior, no serviço, prejudicando o consumidor.

Pelo texto, as faixas de 1.980 MHz a 2.010 MHz (Terra para Espaço) e de 2.170 MHz a 2.200 MHz (Espaço para Terra) com vistas a possibilitar sua utilização pelo serviço móvel, telefonia fixa, banda larga fixa, serviço limitado privado e pelo Serviço Móvel Global por Satélite (SMGS)

segundo o conselheiro Emmanoel Campelo, a Anatel precisa assegurar frequência para o crescimento exponencial do tráfego nos dispositivos móveis que acontecerá até 2030.

A Anatel está destinando 60 MHz para o Serviço Móvel Global por Satélite na faixa de 1,9 GHz, ao invés de 40 MHz anteriormente propostos.

As operadoras Claro, TIM e Vivo extrapolam os limites de frequências, em alguns estados brasileiros, mesmo com a flexibilização das novas regras publicadas pela Anatel.

A consulta pública ficará no ar por 60 dias

A população que consome as cestas de celular mais simples são as mais afetadas pelo alto preço cobrado pelo espectro nos países em desenvolvimento, aponta o estudo.

Para Sami Foguel, CEO da operadora, leilão de espectro 5G acontecerá em um ano, e redes com a nova tecnologia serão ativadas no ano seguinte - em 2021.

As licenças de 850 MHz começam a vencer em dezembro do próximo ano, e não podem ser renovadas mais, sem licitação. A Anatel pensa outorgá-las em caráter secundário.

Para entidade, países menores devem seguir as iniciativas dos maiores mercados. Esforço do Brasil em harmonizar faixa de 26 GHz merece destaque.

Uma das decisões com o maior grau de divergência - conta com quatro votos diferentes - poderá ser concluída até abril deste ano. A tendência é a Anatel permitir as operadoras Claro, Oi, TIM e Vivo, que pagaram R$ 3 bilhões no leilão de espectro de 2012, a cumprir meta rural com a tecnologia do satélite, como reivindicam. Em contrapartida, essas empresas poderão ter que devolver a faixa de 450 MHz e ainda cumprir metas mais ambiciosas, para compensar o uso da alternativa satelital.