
Abrint pede fim da anuência prévia e Neo sugere acesso compulsório ao espectro
Entidades que representam os ISPs defendem medidas assimétricas para o acesso ao mercado secundário de espectro.

Entidades que representam os ISPs defendem medidas assimétricas para o acesso ao mercado secundário de espectro.

A TIM também está de olho nos contratos de aluguel de torres da Oi

Estudo entregue à Anatel mostra que a eficiência alocativa de radiofrequência facilita a entrada de novos prestadores de serviços

Começam estudos para que a faixa de 700 MHz seja desvinculada do serviço e a empresa que comprá-la no leilão da 5G passaria a vender a capacidade para qualquer operador que tenha licença de celular.

Segundo Amaury Oliva, da Febraban, os bancos tiveram que sair da "zona de conforto" quando passaram a implementar compromissos elaborados na autorregulação.

Negociações exclusivas vão até 11 de agosto, e poderão ser renovadas sucessivamente, a menos que uma das partes se oponha. Operadoras acreditam que é baixa possibilidade de imposição de fortes remédios por parte do Cade e da Anatel.

A Anatel quer saber se há interesse pela compra de faixas de 1,9 GHz; 2,5 GHz e 39,5 GHz

O CEO da companhia acredita que operação, se concretizada, vai mexer muito com o mercado de telecomunicações

Estimativa do Bradesco BBI é de que Claro fique com 10% da Oi Móvel, Vivo com 40%, e TIM com 50%.

Vivo alerta, porém, que experiência inicial da 5G baseada em DSS, como a atual, não faz jus ao que se espera alcançar quando a companhia tiver à disposição blocos maiores e contínuos de espectro para utilizar.

Conforme a proposta do conselheiro Emmanoel Campello a faixa entre 1.427 a 1.518 MHz passará a ser usada pela telefonia celular, banda larga fixa e serviços industriais.

Superintendente de competição diz que há espaço para facilitar o uso de espectro licenciado por empresas que não sejam as grandes operadoras móveis.

Operadora cobra mecanismo no leilão 5G que permita às teles alinharem a faixa de 100 MHz comprada em âmbito nacional para garantir uso eficiente em todo o território

Para representante do Ministério da Economia, decreto publicado nesta semana atende a características do setor de telecomunicações não encontradas em outros setores de infraestrutura

Com a renovação da outorga das bandas A e B (faixa de 850 MHz), a Anatel estuda promover um realinhamento dessas frequências, para otimizar a sua ocupação e adequá-la às tecnologias mais modernas.

Para conselho da agência, parceria entre TIM e Vivo foi profundamente analisada pela área técnica e tem "inequívoco interesse público"

Em São Paulo, Claro passa a ter mais frequências que todas as concorrentes

O acordo de cooperação técnica entre as duas instituições foi assinado hoje, 25.

Segundo Vitor Menezes, a minuta de decreto em elaboração pelo MCTIC dá as condições para a renovação das atuais frequências sem retirar qualquer poder da Anatel de estabelecer condições para essa renovação. Para ele, não poderia haver uma lei para viger só dentro de 40 anos.

Para a entidade que representa as operadoras móveis globais, a reserva de espectro da 5G para a indústria vertical pode provocar a subutilização de frequência. O presidente da Anatel, Leonardo de Morais, por sua vez, já admite alocar uma faixa para as indústrias verticais.