
Anatel e Defesa vão monitorar juntos espectro militar
O acordo de cooperação técnica entre as duas instituições foi assinado hoje, 25.

O acordo de cooperação técnica entre as duas instituições foi assinado hoje, 25.

Segundo Vitor Menezes, a minuta de decreto em elaboração pelo MCTIC dá as condições para a renovação das atuais frequências sem retirar qualquer poder da Anatel de estabelecer condições para essa renovação. Para ele, não poderia haver uma lei para viger só dentro de 40 anos.

Para a entidade que representa as operadoras móveis globais, a reserva de espectro da 5G para a indústria vertical pode provocar a subutilização de frequência. O presidente da Anatel, Leonardo de Morais, por sua vez, já admite alocar uma faixa para as indústrias verticais.

Operadora aumentou investimentos no estado em 2019 e já tem rede LTE-Advanced comercialmente ativa em 13 municípios

Vitor Menezes disse acreditar que valeria a pena aprovar também um projeto de lei, sem excluir o ato do Executivo.

Operadora pede também que Anatel retire a preferência de compra dos 700 MHz por quem ainda não tem tal faixa.

Para a empresa, o momento vivido pela economia mundial, gerado pela pandemia do coronavirus, traz um quadro de previsões pessimistas e de incertezas que afeta a capacidade de investimentos dos futuros compradores das licenças. Assinala também que deveria ser feita nova consulta pública com respostas para cinco questões relevantes que não foram ainda esclarecidas.

A Abrint quer que os ISPs tenham direito a usar a frequência das grandes operadoras, em caráter secundário, nas cidades onde essa tecnologia só vai chegar em dois anos. Embora ainda defenda licenças por município, aceita as áreas sugeridas pela Anatel na consulta pública

Ministério defende a destinação de mais 100 MHz para a tecnologia

O decreto presidencial que vai regulamentar a Lei 13.879-19, o novo marco de telecom, vai estabelecer regras para a transição das concessões. Também vai tratar de estabelecer que a renovação das licenças de espectro vale para as frequências de celular que já foram vendidas, como é o caso das faixas de 800 MHz.

Relator disse que alegação de que operação conferia posição privilegiada à Claro não se confirmou
O superintendente de Competição da Anatel, Abrãao Balbino, afirma que poderá surgir uma operadora de infraestrutura para gerir a ocupação dos postes da rede elétrica e que a agência poderá criar mais estímulos para que operadoras e empresas que não têm acesso ao espectro possam ocupá-lo.

Para a TIM, concentração de frequências por parte da Claro será grande e Anatel errou ao autorizar a operação sem endereçar tal fato. A operadora quer direito de uso de blocos de 5+5 MHz em 2,1 GHz e 1,8 GHz, por três anos, ou até adquirir quantidade equivalente de bandas sub-3GHz.

Daniel Hajj, CEO da América Móvil, dona da Claro Brasil, diz que está aberto a negociações sobre compra de ativos da Oi no mercado brasileiro. Também avisou que a operadora não vai se desfazer de torres ou data centers, como têm feito as rivais mundo afora.

Conferência Mundial de Radiofrequência definirá a destinação de ondas milimétricas. Brasil já definiu posição. Disputa gira em torno de faixas que podem gerar interferência em serviços satelitais, em frequências de 26 GHz e 40 GHz. Também pode haver atrito na definição de uso dos 66 GHz.

Agência busca especialmente a definição de mais espectro para 5G

Segundo a entidade, comparação entre países mostra que leilões com viés arrecadatório e demora na distribuição de faixas de frequência tem reflexo na qualidade das redes e preços praticados

O Ministério da Defesa está querendo mudar a Lei Geral de Telecomunicações (LGT), para ter asseguradas frequências todas as vezes em que houver mudança tecnológica no setor.

O CEO da Claro Brasil, Jose Félix, contesta aqueles que atribuem à operadora alguma intenção de querer atrapalhar a votação do novo marco para o setor. Segundo ele, a empresa vê com muitos bons olhos sua aprovação, principalmente porque irá esclarecer a polêmica em torno do bem reversível e das outorgas de espectro.

Para a Embratel, que opera o satélite com mais canais em banda C do país, a convivência será possível com a entrada em operação do novo satélite Star One D2, em agosto de 2020, e uso de novos LNBFs nas parabólicas.