
Brasil é país da AL com mais espectro liberado para a banda larga móvel
Nenhum mercado latino-americano apresenta 35% do espectro radioelétrico sugerido pela UIT

Nenhum mercado latino-americano apresenta 35% do espectro radioelétrico sugerido pela UIT

A operadora comprimiu uma parte da frequência para a 2G e liberou o 5MHz para o uso da 4G

AT&T e empresa não revelada, e cujos rumores apontam para Verizon, estão na disputa. Valor a ser pago praticamente dobrou em duas semanas.
A consulta sobre o PPDUR terminaria no dia 7 de maio e ficará disponível por mais 15 dias

Essa é a faixa que está sendo apontada pela Europa e Estados Unidos

As operadoras de celular vão ocupar antes do tempo a frequência de 700 MHz que estava destinada para as emissoras de TV. O Gired (grupo que decide sobre a transição da TV analógica para a digital) aprovou hoje,20, a antecipação da ocupação dessa frequência pelas operadoras de celular para a capital da República.

Kalpak Gude, presidente da Dynamic Spectrum Alliance, não acredita no sucesso de concessão perpétua de espectro e pede o não licenciamento, ou regulação leve, sobre uma parte maior das frequências usadas no mundo. A entidade, que tem como membros Google, Facebook e Microsoft, defende o uso de tecnologias que permitam a ocupação automatizada das bandas, diminuindo as faixas de uso exclusivo.

FCC estimava angariar mais de US$ 86 bilhões, mas resultado até agora, em que certame está praticamente encerrado, é de US$ 19,6 bilhões.

País europeu ainda precisa limpar e licitar a faixa de 700 MHz, que já começou a ser usada por operadoras no Brasil

Com a proliferação de bilhões de dispositivos conectados, uma nova forma de ocupar o espectro poderia ser conforme a relevância da aplicação, sugere o professor Caio Márcio Pereira Neto.

Entidade quer mais frequências e políticas de incentivo para que operadoras invistam na 5G logo. Também cobra dos reguladores harmonização das frequências que serão usadas mundialmente.
A lista dos detentores das licenças cassadas está no DOU.

A Verizon, maior operadora de celular norte-americana, resolveu mostrar seu interesse pelo mercado brasileiro de Internet das Coisas, e apresentou uma série de reivindicações à consulta pública aberta pelo MCTIC sobre o tema. Entre elas, a operadora não quer que esse segmento se submeta à regulação de telecomunicações (e, como consequência à Anatel), e pede que o governo libere frequências de 5G para o uso comercial.
Países do bloco concordam em fazer limpeza coordenada do espectro até lá

Nove países da região anunciaram processos de alocação de frequências neste ano, que poderiam somar uma capacidade total de mais de 1.500 MHz, de acordo com levantamento da 5G Americas

Regulamentos permitem locação de faixas de frequência até que o titular as ocupem

Empresa aposta as fichas nos 700 MHz para multiplicar cobertura e passar a oferecer mais serviços em todo o país.

A equipe técnica da Anatel encaminhou ao conselho diretor proposta de resolução ampliando o espectro destinado aos satélites de band Ka, a partir dos resultados da consulta pública.

A velocidade atingida foi de 4,5 Gbps e a latência inferior a um milissegundo.

Agência dos EUA admite valor 40% mais baixo na expectativa de atrair as operadoras, ainda tímidas em seus lances.