
Minuta de Lei de cibersegurança põe Anatel em debate
Proposta de Lei Geral da Cibersegurança divide avaliações sobre a autoridade nacional, amplia o escopo para setores críticos e levanta discussão sobre custos, governança e fiscalização.

Proposta de Lei Geral da Cibersegurança divide avaliações sobre a autoridade nacional, amplia o escopo para setores críticos e levanta discussão sobre custos, governança e fiscalização.

Proposta cria o Sistema Nacional de Cibersegurança, classifica telecom e infraestruturas digitais como serviços essenciais, prevê notificação obrigatória de incidentes e deixa em aberto qual órgão exercerá a autoridade nacional.

Grupo reunirá representantes da Anatel, MCom, CGI.br, CPQD, FGV e entidades privadas; trabalhos devem ser concluídos em até nove meses

Grupos contam com participação das operadoras, de empresas de tecnologia, da Anatel e ministérios. O principal, que vai elaborar a nova PNCiber, terá 4 meses para apresentar uma proposta.

Escolha de novos membros da sociedade civil no CNCiber passa a ser feita com base em pontuação dos indicados atribuída pelos atuais integrantes

Política pública deve marcar ponto de partida para debates no Congresso Nacional acerca de práticas recomendáveis a serviços essenciais e fabricantes de dispositivos.

Gabinete de Segurança Institucional espera que formulação da proposta seja concluída ainda em 2024, com início da discussão no Congresso Nacional no ano que vem.

MGI e Anatel vão coordenar GT que pode resultar na criação de novo órgão focado em cibersegurança no Brasil.

São 16 representantes do governo e seis representantes da sociedade

Comitê também terá integrantes da sociedade civil, da Academia, e do setor empresarial. PNCiber, que antes era centrada na segurança, passa a ter também por objetivo o desenvolvimento da indústria cibernética brasileira.