
BC lança consulta para fintech acessar caixa eletrônico
A consulta ficará aberta até 14 de fevereiro e o BC aponta a falta de interoperabilidade e o acesso restrito a poucas bandeiras pela iniciativa.
A consulta ficará aberta até 14 de fevereiro e o BC aponta a falta de interoperabilidade e o acesso restrito a poucas bandeiras pela iniciativa.
BC enxerga na Libra, no entanto, ameaça à estabilidade financeira de um país por ser um ativo global.
Segundo o órgão, normas favorecem a competição e a inovação no sistema financeiro
Instituições só precisarão comunicar ao Banco Central 10 dias após a assinatura do contrato. Para serviços prestados no exterior, a comunicação deve acontecer antes da contratação
Objetivo é de proporcionar o desenvolvimento de produtos e de soluções que ofereçam uma melhor jornada do usuário na realização de pagamentos, com eficiência e baixo custo.
O cidadão pode pedir a exclusão das informações, que deve ser feita em até dois dias úteis de todos os bancos de dados em operação
Entre as regras necessárias, é preciso estabelecer quais os registros que comporão a nota do consumidor e qual as entidades de crédito que serão reconhecidas.
As inscrições para o programa Lift podem ser feitas até 31 de maio.
O CIO do Banco Central, Marcelo Yared, entende que a cibersecurity deve avançar para proteger os dados dos usuários contra a ação de hackers.
Órgão antitruste quer evitar abusos das empresas de cartões que dificultam o desenvolvimento de novos concorrentes e novos modelos de negócios disruptivos, como as fintechs
Banco Central vai regular a entrada do capital estrangeiro nessas sociedades de crédito
Banco Central também exige que instituições de pagamento estabeleçam política de segurança cibernética, além de plano de ação e resposta a incidentes
O público alvo são os clientes do pré-pago dos Correios Celular, especialmente os desbancarizados. Não está decidido se o serviço terá a marca dos Correios, ou não.
BC ressalta que moeda virtuais não tem qualquer lastro em ativos no país. CVM afirma que emissão dessas moedas para fins de distribuição de valores mobiliários exigem registro na autaquia.
Conforme estimativa de Marcelo Miranda, diretor-executivo da FlowBTC, até o final do ano um milhão de brasileiros estarão usando as moedas virtuais.
Fintechs já são usadas por 11% das pessoas conectadas no Brasil. No mundo segmento recebeu mais aportes que a infraestrutura de TI dos bancos tradicionais.