
Ouvidoria da Anatel passa a aprovar TAC da Telefônica
Para a Ouvidora Amália Alves, a proposta é inovadora e, no mérito vai contribuir para o setor regulado.

Para a Ouvidora Amália Alves, a proposta é inovadora e, no mérito vai contribuir para o setor regulado.

A comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara dos Deputados aprovou requerimento do deputado Vinicius Carvalho para a realização de audiência pública para debater o acordo firmado entre Anatel e Telefônica

Operadora defende que o investimento, mesmo de TAC em andamento, seja aplicado em política pública de banda larga focada na infraestrutura de backhaul onde está a maior fragilidade

Medida será exigida a partir da publicação do decreto do Plano Nacional de Conectividade, atualmente em consulta pública.

Operadora inaugura escritórios em Salvador (BA) e Recife (PE).

O presidente interino, Jarbas Valente, propõe construir rede de fibra em mais de 2 mil municípios com menos de 50 mil habitantes, mas sugere exclusividade dessa rede por 10 anos.

Conforme a Anatel, há ainda 1,445 mil cidades brasileiras onde as conexões oferecidas não passam de 2 Mbps

O que fazer com o saldo das metas do novo PGMU, que tem menos obrigações, é uma das novas frentes de debate. Para o conselheiro, o melhor será que o decreto que vai estabelecer o PGMU IV já defina o valor desse saldo. Mas essas contrapartidas só seriam estabelecidas depois que se tirassem as amarras que impedem os investimentos em banda larga. Ele não vê problemas em não investir já esse saldo, já que o valor seria corrigido no tempo.

Fabricante de soluções fotônicas aumenta investimentos em redes metropolitanas e para data centers e confia na demanda que virá com a 5G

Anatel divulga o mapa dos municípios com backhaul de fibra óptica e pede aos provedores regionais que atualizem seus dados

A Anatel mantém a decisão de cobrar da Oi R$ 1,1 bilhão como saldo da troca de metas e uso da rede da concessionária pela rede de banda larga para a oferta de internet gratuita nas escolas.

O secretário de Telecomunicações, André Borges, em entrevista ao Tele.Síntese, afirma que o plano de banda larga vai contar com o dinheiro da contrapartida do fim da concessão e dos TACs. E diz que essa contrapartida tem um preço, mas não está calcada no conceito do bem reversível como um visão patrimonialista. Tanto que, para ele, imóvel de concessionária já poderia ter sido vendido há muito tempo.
Atualmente, o bakchaul é comercializado sob a EILD e a agência acha que ele é subutilizado.