
Conflitos no Ecossistema de telecomunicações: o Brasil precisa de uma Câmara especializada
Para o engenheiro e advogado Israel Bayma, é preciso criar no Brasil uma câmara de arbitragem especializada nas peculiaridades do setor de telecomunicações.

Para o engenheiro e advogado Israel Bayma, é preciso criar no Brasil uma câmara de arbitragem especializada nas peculiaridades do setor de telecomunicações.

Essa é a data limite estabelecida pelo árbitro para que a AGU se manifeste sobre o fim da arbitragem pedido pela Telefônica.

Há pouco mais de uma semana, TCU decidiu que ANAC deve desconsiderar contas de mais de cinco anos em cálculos de concessão de aeroportos; Anatel quer que o mesmo seja aplicado nos processos de telefonia fixa

A comissão de arbitragem ainda irá decidir sobre quais os itens da lista apresentada pela operadora prescreveram ou não. Mas a empresa já refez as contas da dívida, aplicando a correção monetária sobre os R$ 16 bilhões que havia calculado inicialmente e apresentou uma fatura para a Anatel de R$ 53 bilhões.

A ministra do STJ relatora do processo, Nancy Andrighi, havia encaminhado os autos para análise do MPF no ano passado, e agora o processo volta a andar.

Redução dos custos e futuro da concessão são alguns dos problemas que precisam ser enfrentados

Mudanças que avançaram constam no projeto conhecido como Código de Defesa do Contribuinte, que agora segue para o Senado Federal. Para Lira, reforma mais ampla na legislação depende de amplo debate e não há tempo hábil nesta legislatura.

O trio de operadoras pediu hoje à Câmara de Arbitragem de Mercado, da B3, abertura de processo contra a Oi. Empresas discordam de valor final pago pela Oi Móvel, querem desconto de R$ 3,2 bilhões e indenização. Vendedora contesta números.

Cronograma do colegiado prevê conclusão dos trabalhos em setembro. Mudanças afetam processos da União, Estados e Municípios, incluindo trâmites da Anatel e Procon.

Controvérsias que serão arbitradas são praticamente as mesmas, reequilíbrio econômico-financeiro em razão de custos agregados, bens reversíveis e saldos do PGMU

A intenção do conselheiro Artur Coimbra é ter o preço da dívida das teles com a União e as regras da migração até o início de agosto. E, caso a arbitragem decida por um valor menor, seria abatido dos investimentos futuros.

As teles querem ampliar ao máximo o tempo para a análise do equilíbrio econômico dos contratos de concessão, enquanto a Anatel entende que ele deve se restringir a cinco anos.

Trustee, como é chamado o processo de monitoramento, vai acompanhar o cumprimento das obrigações impostas à TIM, Telefônica e Claro pelo Cade

Trata-se do quarto processo de arbitragem aprovado pela agência em função de controvérsias na concessão do STFC. Os outros se referem a Telefônica, Claro e Oi

Rodrigo Abreu, CEO da operadora, diz que país tem capacidade de chegar a 40 milhões de lares conectados com fibra

Expectativa do executivo é adaptar a concessão ainda ao final de 2022. A arbitragem está prevista para se encerrar em meados de 2023. Abreu afirma que resultado da arbitragem, mesmo vindo depois, fará a adaptação ocorrer sem custo para a Oi, e haverá ainda excedente em favor da companhia.

Operadora atingiu nova meta prevista em contrato e diz ter direito a participação indireta de 4,08% no banco digital

Caso contrário, avalia representante da empresa, seria trocar uma concessão insustentável por uma autorização insustentável

CEO da operadora, Rodrigo Abreu, disse que assinatura do termo de arbitragem com a Anatel acontece entre hoje e amanhã, 13. E que decisão a respeito da migração da concessão para regime privado será tomada até final de 2022.

Câmara arbitral decidirá quem tem razão nas controvérsias sobre saldo do PGMU e equilíbrio econômico-financeiro da concessão.