
Anatel cobra de ISPs informações para mapear redes no edital da 5G
A intenção é mapear onde estão os pequenos, médios e grandes players do país para evitar colocar em risco o segmento no edital

A intenção é mapear onde estão os pequenos, médios e grandes players do país para evitar colocar em risco o segmento no edital

“Ainda há muita demanda de inclusão digital em pequenas e médias cidades, que não são atendidas pelas grande operadoras”, disse Basílio Perez

Granularidade do bloco destinado aos ISPs é a maior queixa das associações do segmento

Associação vai propor mudanças quanto ao acesso ao espectro em caráter secundário, granularidade e oferta de atacado na consulta pública

O conselheiro Moisés Moreira busca formular um voto de consenso para que a agência consiga lançar a consulta pública do edital de venda de espectro para a 5G em fevereiro. Ele conversa com seus pares para a venda de 400 MHz na faixa de 3,5 GHz além de buscar uma alternativa consensual para a participação das pequenas operadoras.

Telcomp e Associação Neo defendem mudanças no edital, como garantias de acesso ao espectro em caráter secundário para quem não conseguir comprar. Abrint quer mais granularidade. Abranet aguarda detalhes sobre a participação de consórcios.

Entidade apoia inovações apresentadas na proposta de Aquino, mas defende que com mais lotes ISPs conseguirão disputar espectro sozinhos.

Presidente da CCT, senador Vanderlan Cardoso (PP-GO), decidiu encaminhar para o gabinete da senadora Daniella Ribeiro (PP-PB) todas as demandas sobre o projeto

Basílio Perez, diretor da Abrint, diz que provedores precisam notificar corretamente a Anatel sobre quantidade de usuários para serem percebidos pelo mercado.

Basílio Perez, diretor da Abrint, diz que Anatel deve pensar em modelo de leilão da faixa com lotes por cidade ou grupos de até 4 cidades para permitir a entrada de ISPs

Preço alto, obrigações e blocos nacionais não são condições favoráveis para os provedores regionais

Associação de provedores pressiona pela adoção do conceito, que, defende, reduzirá disputas jurídicas entre ISPs e distribuidoras de energia

Abrint aponta discrepância entre pesquisas como TIC Domicílios e planilhas mensais divulgadas pela agência. E calcula que ISPs são o maior grupo a fornecer banda larga fixa no país, com 40% do mercado.

A ausência de medidas regulatórias assimétricas poderia conduzir o mercado de acesso fixo em banda larga a um cenário de intensa concentração

Autorização para operadoras instalarem redes LTE (4G) a fim de atender metas do STFC pode levar à exploração de banda larga em cidades onde há provedores regionais

Para Basílio Perez, renovação automática de outorgas prevista no PLC 79 vai reforçar monopólio e impede expansão dos provedores regionais

A juíza Clarissa Masili foi favorável ao argumento da Abrint, que serviço de valor adicionado de conexão à internet não é de telecomunicações.

Associação pretende se encontrar com os candidatos à presidência. Entidade critica texto atual do PLC 79, pede revisão do papel do CGI.br na governança da internet, cobra criação de fundo garantidor e atuação do Cade nas disputas sobre uso de postes.

Oi tem 20% do mercado, enquanto os provedores regionais estão com 18%. Basílio Perez, presidente da Abrint, descarta adesão em massa dos associados ao programa Internet para Todos, do MCTIC.

Ministro minimiza impacto de retirada de dinheiro do MCTIC e do FUST para sustentar preço do óleo diesel.