
Anatel propõe mudar regulamento do espectro para ampliar seu uso
Gustavo Borges, da Anatel, voltou a defender que os recursos arrecadados no leilão sejam prioritariamente investidos em infraestrutura.

Gustavo Borges, da Anatel, voltou a defender que os recursos arrecadados no leilão sejam prioritariamente investidos em infraestrutura.

Marcos Scheffer, vice presidente de redes da Ericsson para o Cone Sul da América Latina, não acredita numa disseminação do OpenRAN a curto prazo. Para ele, as especificações e a própria arquitetura proposta para o modelo de interfaces abertas ainda precisam amadurecer, o que deve ocorrer num período de três a quatro anos

Em artigo escrito com Jorge Bittar, ex-presidente da Telebras, Aloizio Mercadante sugere que se faça uma auditoria técnica nos equipamentos de todos os fornecedores do 5G e defende a criação de um plano nacional de desenvolvimento tecnológico e inovação.

Diretor do Ministério da Agricultura diz que setor agrícola é agnóstico em termos de tecnologia e considera que mesmo o 2G já resolve boa parte das demandas por automação e telemetria.

Ele explica que a competição no Brasil mudou muito a partir de 2012 com o leilão de 2,5 GHz. E o mercado precisa pensar no que o leilão do 5G vai trazer em termos de competição e de que forma o jogo vai mudar.

Resultado positivo foi derivado da demanda na China por redes móveis de quinta geração. Companhia terminou setembro com 112 contratos 5G no mundo.

O secretário de Telecomunicações acredita que opção por plataforma aberta é quase uma saída obrigatória para o país

Segundo o CEO, Lincoln Oliveira, a operadora pretende disputar o leilão de frequência do 5G e depois compartilhar o espectro com outros ISPs, para atingir esse municípios.

Conselheiro de segurança dos EUA, Robert O'Brien, reuniu-se com Bolsonaro para defender vedação ao uso de equipamentos chineses nas redes brasileiras de telecomunicações.

Rede que vai suceder a 5G vai ter velocidade de 1 terabit por segundo, latência medida em nanossegundos e será totalmente virtualizada. O espectro será compartilhado por volume, e não por faixa, preveem especialistas.

5G deve gerar cerca de US$22,5 bilhões em negócios B2B até 2024. Operadoras vão investir US$ 2,5 bilhões no mesmo período.

ISPs poderão ganhar com a 5G das rivais, oferecendo suas redes para fazer o backhaul e proporcionar a capilaridade necessária para a instalação de antenas da nova tecnologia.

Para Celso Birraque, diretor de Acesso Móvel da Claro, poderá haver aumento de custo, perda de espectro e muita complexidade de coordenação a depender de como será comprada a faixa regional de 3,5 GHz.

Participam do bate-papo Camila Pádua, sócia-diretora da KPMG; Carlos Eduardo Sedeh, CEO da Megatelecom; e Paulo Moreira, diretor de Marketing da Simpress

Para Cardoso, há muito dinheiro disponível no mundo para investimentos de longo prazo em infraestrutura e os ISPs estão presentes cada vez mais no interior e têm se mostrado rentáveis

Para as operadoras, Anatel deverá estabelecer especificações técnicas para os LNBFs com base no modelo viável, o que ampliará o leque de produtores.

Operadoras vão entregar a representantes do governo e à Anatel estudo econômico que indica custos até 7,8 vezes maiores da alternativa de migração dos canais de TVRO para a banda Ku.

Os órgãos do governo estadunidense buscam afastar países emergentes do que seriam "fornecedores não-confiáveis" de redes 5G

Smartphones podem se conectar a redes em sub-6 GHz e de ondas milimétricas. Sem data para chegada ao Brasil, lá fora modelo mais caro custará o equivalente a R$ 7,8 mil.

Para a atuação como integradora a empresa tem parcerias com três fornecedores de software: Altiosatar, Mavenir e Parallel e fabricantes de servidores como HP, Dell, Super Micro e Lenovo. Entre as oportunidades está a RFP Global da Telefonica