
Baigorri: “A era da visão romântica sobre a internet acabou”
Presidente da Anatel reafirma que a internet é controlada por corporações norte-americanas e que seu funcionamento atende aos interesses dessas corporações.

Presidente da Anatel reafirma que a internet é controlada por corporações norte-americanas e que seu funcionamento atende aos interesses dessas corporações.

Em post, empresário confirmou que iniciativa é ideia sua; em outra mensagem na rede social, disse que jornalistas que queiram mais liberdade e aumentar a renda devem publicar mais na plataforma

Do pico de 49 milhões de pessoas utilizando o site diariamente o volume de post diários caiu para 12 milhões em 22 de julho

Big techs também devem adotar medidas para que publicidade fraudulenta não apareça novamente nas páginas e manter dados dos anunciantes para que possam ser identificados; multa por descumprimento é de R$ 150 mil

Pássaro azul, tradicional símbolo da rede social, foi removido da página; Elon Musk e Linda Yaccarino dizem que plataforma se tornará “aplicativo de tudo” com “interatividade ilimitada”

Autarquia informa que, com base em preocupações levantadas pela imprensa e por especialistas, iniciou processo para apurar possíveis violações à legislação brasileira; lançada há dois dias, plataforma já conta com mais de 70 milhões de usuários no mundo

Conselho independente analisou moderação da rede social quanto à convocação dos atos antidemocráticos em Brasília e emite recomendações que pedem reforço de atenção aos conteúdos do tipo.

Reprodução automática de conteúdo por meio de recomendações pouco transparentes é tema que preocupa Secretaria de Políticas Digitais e relator do PL 2630/2020.

Executiva, que trabalhou nos grupos de mídia NBCUniversal e Turner, afirma que vai levar visão de futuro do bilionário para transformar a rede social

Rede social corporativa, por outro lado, vai abrir 250 vagas para áreas específicas; serviço InCareer será encerrado em razão da competição acirrada no gigante asiático

Em nota, comitê reforça própria referência e expertise para participar do processo de regulamentação das plataformas digitais. Parte dos parlamentares são contrários.

Plataforma divulgou nota criticando fala de Wadih Damous sobre descumprimento de determinação proferida pela Senacon à empresa; segundo a acusada, não havia solicitação da secretaria a ser respondida.

Despacho ocorre após denúncias de que conteúdos favoráveis à regulação das plataformas estão sendo barrados nas plataformas.

Senacon classificou nota da empresa como "publicidade enganosa e abusiva". Medida exige disponibilização de "contra propaganda".

Terceira versão do substitutivo também define expressamente que provedores podem responder administrativa e civilmente, de forma solidária, por danos gerados pelos conteúdos dos usuários.

Google, Facebook, Amazon, Twitter e outros serviços terão de reforçar ferramentas de moderação de conteúdo e passar por auditorias anuais de avaliação de risco

Para secretário de Políticas Digitais da Secom, agência tem 'excelentes contribuições', mas não se encaixa no escopo do PL das Fake News.

"Falta conhecimento sobre a realidade prática da burocracia estatal", critica presidente da agência sobre opiniões contrárias à atuação da autarquia na fiscalização de plataformas digitais.

PL das Fake News prevê que Poder Executivo definirá instituição responsável por supervisionar ações de moderação de conteúdo das plataformas digitais.

Enquanto a Câmara dos Deputados se prepara para aprovar a urgência do projeto de lei, conselheiros apontam temas que devem ser debatidos após a sanção. 'Nada se encerra no PL 2330', diz membro do comitê.