
Cai déficit do setor eletroeletrônico no primeiro bimestre
Segmento de informática ampliou exportações, mas o de telecomunicações diminuiu as vendas ao exterior em 33%.
Para que lado andam as tendências

Segmento de informática ampliou exportações, mas o de telecomunicações diminuiu as vendas ao exterior em 33%.

Em TV por assinatura houve o único encolhimento de negócio. O segmento encerrou o ano de 2015 com 107 mil usuários, um decréscimo de 12,5% se comparado a 2014. Essa queda é decorrente das iniciativas de limpeza de base e melhoria da qualidade das vendas.

Segundo a IDC Brasil, foram comercializados pouco mais de 47 milhões de aparelhos. Apesar da retração das vendas, o tíquete médio dos celulares ficou maior e elevou a receita em 1,2%

A produção de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos recuaram 38,8% no mês, comparado a um ano antes.
Maior parte da receita foi para os fabricantes de equipamentos.

No pior desempenho da economia dos últimos 25 anos, com o PIB registrando queda de 3,8% no ano passado, o segmento de serviço de informação caiu apenas 0,3% no período, frente ao setor de serviços em geral que caiu 2,7%, a indústria, 6,2% e agropecuária, que subiu 1,8%. Mas no último trimestre o segmento de informação teve queda mais acentuada, de 3%, frente ao último trimestre de 2014

No ano que passou, a Nextel Brasil perdeu US$ 84,2 milhões, ante prejuízo de US$ 133,7 milhões em 2014. O resultado foi fruto de corte de custos. A receita fechou o ano em US$ 1,14 bilhão, 32% a menos que um ano antes. Desempenho foi afetado pela desvalorização do real.
A empresa fez um provisionamento de mais de 3 bilhões de euros no último trimestre do ano passado para o pagamento aos empregados a serem demitidos.

A operadora brasileira registrou aumento de 15,9% no Ebitda, para R$ 12 bilhões, em relação a 2014 e crescimento de receita líquida de 4,8%, para R$ 42,1 bilhões. Os investimentos diminuíram, para R$ 7,66 bilhões frente a R$ 9,1 bilhões de 2014. A empresa informa que a diferença foi motivada principalmente pelo impacto do leilão de 700 MHz realizado no ano anterior

Vendas dos dispositivos vestíveis aumentam 171,6% em 2015, com a chinesa Xiaomi crescendo 951,8%.

Vivo apresentou velocidade média de 15,3 Mbps, enquanto Claro teve média de 11,4 Mbps entre outubro e janeiro, segundo estudo da OpenSignal, mostrando uma inversão em relação a edição anterior do levantamento. Oi registrou 11,9 Mbps, enquanto a TIM, 10,5 Mbps.
Segundo o instituto, no ano de 2015 a venda de equipamentos de informática e comunicações caiu 1,7% em relação da 2014.

O operador espanhol de comunicação via satélite registrou aumento de receita de 8,7%; de 10,6% no Ebitda e lucros de 62,6 milhões de euros

Smartphone é a categoria de produto mais comum compatível com as redes de quarta geração. Frequência de 1,8 GHz é a mais usada.
O excelente desempenho da companhia no segundo trimestre de seu ano fiscal, num cenário macroecômico adverso, foi comemorado pelo seu CEO, Chuck Robbins.

A receita bruta de dados da empresa cresceu 17% de 2014 para 2015 e a receita de dados inovativos (sem SMS) subiu 39%.

Telecom Americas foi a empresa que mais atraiu novos clientes, seguida do conjunto de provedores regionais, Telefônica, Sky e TIM.

Mercado mundial de tablets encolhe 10,1% em 2015, com embarque de 206,8 milhões de unidades

Quantidade de acessos móveis caiu mais de 8% no ano que passou, puxada por desligamentos de chips no pré-pago. TV por assinatura teve contração de 2,4%, enquanto a telefonia fixa, de 3,16%.
A estatal investiu 67,9% do total dos recursos aprovados.