
Oi integra soluções fim a fim para o segmento agrícola
A operadora pretende estar em toda a cadeia produtiva de seus clientes.

A operadora pretende estar em toda a cadeia produtiva de seus clientes.

As grandes corporações que estão suplantando os desafios da falta de conectividade enfrentam agora os obstáculos de conseguirem analisar a quantidade de dados que são gerados em suas áreas agrícolas, relataram seus gestores durante o AGROtic.

O adiamento do leilão de 5G, inicialmente previsto para março, está agora sem data para ser remarcado. Para sua confirmação é preciso da realização da consulta pública da proposta do edital.

Fábio Andrade, vice-presidente institucional da Claro Brasil, defende, em parecer ao Conselho de Comunicação Social do Senado, o PLC 79, do novo marco de telecomunicações. Mas sugere que o projeto, depois de analisado na Comissão de C&T do Senado, seja analisado também pela Comissão de Economia, para que calcule os reflexos da proposta para a economia brasileira. Essa posição é divergente a de executivos de outras operadoras, que querem mais celeridade na sua tramitação.

O Termo de Ajuste de Conduta aprovado hoje, 1, pela Anatel prevê a cobertura com tecnologia 4G em 52 estradas de MG, 9 municípios com menos de 30 mil habitantes e em 22 distritos não-sede com baixo IDH.
Para Mario Girasole, ao invés de pagar ao Tesouro, as operadoras deveriam renovar as outorgas de frequências investindo nas áreas onde não há serviço de telecom.

A TIM quer reduzir a provisão para devedores duvidosos, que atingiu 2,2% do custo operacional (Opex) do semestre

Pietro Labriola afirmou hoje, 31, que o compartilhamento de infraestrutura com a Vivo é uma das medidas para fortalecer a TIM para prepará-la para consolidação do mercado brasileiro, que, na sua opinião, está para ocorrer.

Leonardo de Morais afirma que a 5G começará a ser implementada nos grandes centros urbanos na faixa de 3,5 GHz. E nessas cidades, a TV digital já está massificada, portanto, sem risco de sofrer interferência.

O negócio, de US$ 85 bilhões, foi fechado em 2016 e aprovado pelos reguladores norte-americanos no ano passado. No Brasil, o Cade autorizou a operação com restrições em 2017. A Anatel precisa dar a palavra final.

O presidente da Anatel, Leonardo de Morais, afirma que mantém a premissa de um leilão não arrecadatório para a 5G. Segundo ele, a agência só terá o valor de venda do espectro depois de concluída a consulta pública, pois vai depender da modelagem do edital, que ainda não está concluída. Disse que o leilão brasileiro será diferente ao da maioria dos países porque aqui não haverá " escassez artificial" de espetro.

Eduardo Ricotta, presidente da Ericsson do Brasil, defende uma guinada na política de TIC brasileira, para que destine os incentivos fiscais, em forma de crédito, para o software, e não mais para o hardware. Para ele, a política tem que inserir o Brasil no mercado global. Com fabricação local da maioria dos produtos de telecom que vende, não teme tão pouco a redução do Imposto de Importação, mas espera que aconteça de forma escalonada.

A estratégia da Oi para os próximos 3 anos vai fortalecer a sua maior riqueza - o backbone de fibra, com 363 mil Km- para se tornar a mais forte provedora de rede de transporte de dados no país. Tele também vai investir pesado no FTTH, para ser também forte no varejo da banda larga fixa e manter suas operações de telefonia celular. De onde virá o dinheiro? Venda de ativos e corte de custos. Crescimento previsto de receita será de 2% ao ano.

A cautelar emitida pela área técnica da Anatel contra os canais lineares da Fox na internet acabou com todo o "data venia" da reunião de cúpula da agência. O mais novato dirigente, Vicente Aquino, reclamou da presidência, atacou o vice, questionou a autonomia dos técnicos e ainda reclamou dos "vazamentos" à imprensa, ao vivo, em cores e com transmissão pela internet.

De fato, o PLC 79 não prepara o país para os enormes desafios que se avizinham com a chegada das novas tecnologias de informação e comunicação. Mas tem o mérito de enfrentar o atual desperdício de recursos com as concessões de telefonia fixa. A defesa da criação de uma concessão pública de banda larga não se sustenta na realidade atual.

O colunista Lauro Jardim, informou hoje, 1, que o Juiz da 7a Vara da Justiça, Fernando Viana, teria autorizado a mudança de nome na presidência da Oi, para a saída de Eurico Teles, e ingresso de Rodrigo Abreu, que já está no conselho da operadora. O Tele.Síntese confirma que Abreu assumirá a presidência da concessionária em dezembro. E que Abreu assume porque Eurico Teles resolveu antecipar o seu mandato, assegurado para até fevereiro de 2020. E Abreu e Teles estão divergindo muito sobre os caminhos da Oi.

As operadoras aguardam a aprovação do PL 7656, do deputado Vitor Lippi (PSDB/SP) que confirmará a isenção completa do Fistel sobre a Internet das Coisas. Mas contam desde já com a inseção do ICMS.

Decreto que institui o Plano de IoT foi publicado hoje, e define que Internet das Coisas é uma "infraestrutura que integra a prestação de serviço de valor adicionado". Ou seja, não é um serviço de telecomunicações, e, portanto, não deverá pagar os altos impostos setoriais que poderiam inviabilizar a sua expansão no país.

Enylson Camolesi, da Vivo, disse que a 5G demandará cinco vezes mais antenas. Marcelo Mejias, da TIM, observou que serão necessários de R$ 300 bilhões em investimentos que não se viabilizarão somente com o capital privado e Fabio Andrade, da Claro, defendeu o uso imediato do Fust, ou o seu fim.

Para Gabriel Fiuza, do Ministério da Economia, outras alternativas de harmonização regulatória entre os setores de infraestrutura devem ser efetivadas- como chamadas públicas para o acesso às valas e regulação conjunta entre Anatel, Aneel e ANTT para o controle do poder de mercado das empresas de cada setor. sobre a infraestrutura compartilhada