
Fabricantes chinesas de equipamentos para redes ganham market share em 2019
Huawei manteve participação de 28% no mercado global de infraestrutura em telecom, enquanto Nokia perdeu espaço, Ericsson ficou estável, ZTE cresceu e Cisco encolheu.

Huawei manteve participação de 28% no mercado global de infraestrutura em telecom, enquanto Nokia perdeu espaço, Ericsson ficou estável, ZTE cresceu e Cisco encolheu.

Após mapeamento, autarquia vai financiar a substituição dos equipamentos

Em parceria com a Multilaser, empresa atende mais de 1000 provedores e calcula market share de 20%

China mantém predomínio no sistema global de registro de patentes, seguida por EUA e Europa.

Governo dos Estados Unidos teria pressa em emitir regra a fim de evitar que chineses fechem grandes contratos na MWC Barcelona deste ano.

Executivos da fabricante se encontrou com ministros e ressaltou que é grande compradora de componentes eletrônicos japoneses.

Softbank, NTT Docomo e KDDI não vão comprar equipamentos para 5G das fabricantes. Governo baixa regras para impedir que as chinesas participem de licitações.

A fabricante chinesa volta a comercializar equipamentos Gpon para pequenos provedores

Depois de um breve período que se concentrou nas ameaças de sanções do governo norte-americano, gigante chinesa volta a comercializar equipamentos GPON com a Multilaser.

Empresa consegue ficar fora de guerra comercial retomada entre governo Trump e China nesta semana.
Empresa vai pegar US$ 10,5 bilhões emprestados de bancos chineses para retomar operações.

Fabricante chinesa teria aceitado as condições impostas pelo Departamento do Comércio, incluindo multas superiores a US$ 1 bilhão

Presidente norte-americano agora quer restringir penalidades a multa de US$ 1,3 bilhão e demissão de funcionários.

Companhia tenta reverter decisão dos EUA de proibir que qualquer empresa local forneça tecnologia para a ZTE.

Valor das ações é contaminado pela punição do Departamento de Comércio dos EUA

Empresas anunciaram acordo que poderá envolver produção local de produtos chineses dessa plataforma

Segundo o órgão, a fabricante chinesa não adotou as medidas acordadas, não puniu os executivos envolvidos nas vendas ao Irã e Coreia do Norte.

Potenciais alvos da medida são as chinesas Huawei e ZTE. Intenção seria coibir compra de produtos de empresas que ameaçam a "segurança nacional".

Objetivo da empresa é fazer uma lançamento dirigido de ações na bolsa de Shenzhen
Alegação é de que empresas têm laços com governo chinês e espionariam usuários