
Indústria móvel representará 5,2% do no PIB da América Latina em 2022
Em 2017, as operadoras ajudaram o mercado da região a movimentar US$ 280 bilhões. Em 2022, serão US$ 330 bilhões.

Em 2017, as operadoras ajudaram o mercado da região a movimentar US$ 280 bilhões. Em 2022, serão US$ 330 bilhões.

Para o presidente da Anatel, a taxa cobrada hoje - de quase R$ 2 anuais - inviabiliza a instalação de chips para conectarem as coisas.

Fabricante anunciou também a compra da divisão de antenas e filtros de sinal da alemã Kathrein. O negócio prevê transferência de 4 mil profissionais, centro de P&D e patentes.

Companhias se dividem entre as que adotam LTE-M e as que recorrem ao NB-IoT, embora haja quem aposte em ambas, conforme a aplicação.

WiFi usado para offload de redes móveis vai ser ainda mais relevante para as operadoras gerenciarem capacidade da rede.

A Embratel está investindo R$ 30 milhões na construção de 16 PoPs para vender soluções de computação na borda da rede. Além da oferta direta a empresas de diferentes verticais, Mario Rachid, diretor da área de soluções digitais da companhia vê oportunidade em parcerias com gigantes de nuvem que não têm a mesma capilaridade que a tele.

Fabricante lança sistemas de monitoramento de plantações, de gado, de logística e de gestão de ativos

IDC Brasil prevê lançamento neste ano de aparelhos que alcançam a bagatela de R$ 10 mil. Segmento de celulares deverá puxar a expansão do mercado local de TICs. Setor de telecom vai andar de lado, mas não para ISPs, que vão concentrar o crescimento.

Lançamentos preveem uso da internet das coisas em redes LTE e 5G.

Empresa desenvolveu produto ponta a ponta com foco no mercado de serviços gerenciados.

Conforme a Berg Insight, essas receitas somarão 46 bilhões de euros em 2023, e os apps de envolvimento de clientes serão comuns

CEO afirma que empresa está perto de retomar a lucratividade e que foco recai sobre 5G e IoT.

Município investiu na contratação de pessoal de TI e infraestrutura e já tem 180 KM de rede de fibra óptica.

Levantamento da Gemalto indica que empresas desejam legislações sobre as obrigações mínimas de segurança na internet das coisas.

Banco dobrou o aporte planejado para incentivar o desenvolvimento de IoT e vai destinar R$ 30 milhões às propostas.

Ainda há resistência ao desconhecido, mas projetos importantes de Internet das Coisas estão em desenvolvimento no país. Foi dada a largada e as operadoras integram o movimento.

Iniciativa pretende desenvolver tecnologias que usem o espectro de 450 MHz detido pela operadora

Financiadora vai investir até R$ 30 milhões em projetos com a possibilidade com possibilidade de compra de ações

A operadora defende que a Anatel adote o mesmo critério que usou no seu TAC e dê publicidade às cidades que serão beneficiadas
A projeção é da Frost & Sullivan que aposta no redesenho do modelo de negócios para que as empresas se beneficiem