
Pix tem puxado as concessões de cheque especial, indica Abecs
Entidade aponta que modalidade de crédito vem sendo mais usada desde o lançamento da ferramenta de pagamento instantâneo; inadimplência no cheque especial é maior do que em cartões

Entidade aponta que modalidade de crédito vem sendo mais usada desde o lançamento da ferramenta de pagamento instantâneo; inadimplência no cheque especial é maior do que em cartões

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Estudo mostra ainda que 28,9% das dívidas negativadas foram contraídas com fornecedores e parceiros. Os dados são relativos a setembro de 2022.

É a primeira vez que o índice da CNC chega a esse percentual em 10 anos.

No varejo, 51,4% das empresas quitaram suas dívidas em maio, seguido pelas financeiras, com 51,1%, e utilities, 45,7%, segundo a Serasa.

O alerta vai para o endividamento e o comprometimento de renda das famílias que têm aumentado e que pode elevar o risco do crédito.

Com inflação alta, condomínios que registram aumento na inadimplência têm dificuldades para conseguir crédito no mercado.

A receita de intermediação financeira do Pan somou R$ 3,267 bilhões no 2T22, elevação de 46,4% na comparação com segundo trimestre de 2021.

A inadimplência atingiu a marca de 66,8 milhões de pessoas, a maior desde 2016, com alta de 200 mil devedores em relação ao mês de maio.

O lucro societário do Santander, por sua vez, ficou em R$ 3,977 bilhões no 2T22, com recuo de 3,1% ante igual período de 2021.

Plataforma de compliance registra crescimento de quase três vezes no volume de análises de crédito, passando de 253, em 2021, para 924.

O maior volume de inadimplências está no segmento de bancos e cartões, com 28,2% do total, segundo a Serasa Experian.

Pesquisa realizada pela Creditas mostra o cartão de crédito tem sido é o principal vilão de dívidas da maioria dos trabalhadores brasileiros.

A parcela de inadimplentes, aqueles que têm contas ou dívidas em atraso, chegou a oitava alta consecutiva, atingindo 28,7% das famílias brasileiras em maio.

Piora nas condições de consumo e crédito mais caro fazem com que três em cada dez famílias atrasem contas e dívidas.

Já a taxa de juros do cheque especial passou de 125,7% ao ano, em janeiro, para 132,6% ao ano, em fevereiro, segundo o Banco Central.

O valor médio da inadimplência também aumentou 0,10%, alcançando R$ 4.046,31, equivalente a quase quatro salários-mínimos, segundo a Serasa.

Segundo a Fecomercio-SP, é o maior nível de inadimplência desde dezembro de 2019, quando 22,2% estavam com dívidas em atraso.

Segundo a CNC, o percentual de famílias que relataram ter dívidas a vencer atingiu 76,6% em fevereiro, retomando o nível de dezembro de 2021.

Segundo a Serasa Experian, a inadimplência afetou mais o segmento de Serviços, representando 52% das empresas negativadas.