
Eletronet supera 1Tb em tráfego de dados IP
Eletronet diz, sem detalhes, que vai ampliar quantidade de PIX aos quais tem acesso ainda este ano. Operadora está presente em 25 pontos de troca de tráfego no mundo, a maioria no Brasil.

Eletronet diz, sem detalhes, que vai ampliar quantidade de PIX aos quais tem acesso ainda este ano. Operadora está presente em 25 pontos de troca de tráfego no mundo, a maioria no Brasil.

Os novos PIXs estão localizados em Teresina, Maceió, Goiânia e Florianópolis. A empresa ainda afirmou que pretende ativar mais três PIX este ano em Recife, Aracaju e Campina Grande

Investir por projeto ou compartilhar Capex são alternativas apontadas por Eletronet e Acessoline Telecom para manter crescimento de receitas, mesmo com queda nos preços por banda. As duas operadoras concordam que a adoção de soluções da Ciena reduzem os custos por bit.

15 ISPs do Tocantins estão lançando um cabo aéreo como alternativa à rede da Eletronet

Iniciativa permite conexão direta com principais provedores de conteúdo

Empresa também vai ampliar presença em PIXes, de 7 para 18, o que vai fortalecer também a sua oferta do Full IP também nos pontos de troca de tráfego

Nos próximos anos, players de mercado que hoje se sentem seguros podem desaparecer dependendo de como se posicionam perante as novas tecnologias

Eletronet pretende criar novos serviços, como venda de rotas diretas ou expressas para ISPs e empresas.

Serviço da operadora de atacado funciona em 18 Estados. Tele inaugurou, também novo PIX em Fortaleza.

Os reparos nos cabos ópticos rompidos foram concluídos ontem, no final da tarde, com o restabelecimento da conexão de todos os seus clientes pelas rotas originais.

Operadora desviou tráfego da rota prejudicada, e prevê que reparo definitivo seja feito no domingo, até às 18h. [Atualizado]

Hoje foi feito o reforço das torres, para amanhã substituir o trecho dos cabos com fibras rompidas na região da Grande São Paulo. Clientes seguem sem conexão.

O duplo rompimento dos cabos OPGW na região da Grande São Paulo, entre Guarulhos e Ibiúna, deixou sem acesso todos os clientes da operadora com rotas que terminam em São Paulo ou que passam por São Paulo.

O primeiro pedido de transferência de controle foi feito em 2004, um ano depois da decretação da falência da empresa. Hoje ele foi finalmente confirmado.

O controlador do sócio estrangeiro é a Contem Canadá, dona da concessionária LT Bandeirante que divide com a Lightpar a sociedade da Eletronet.

Empresa, controlada por LT Bandeirante (51% do capital) e Eletropar (49%), saiu este ano de processo de falência que se arrastou por mais de uma década.

A empresa, que acumulou caixa nos últimos 12 anos, já começou a pagar os passivos trabalhistas. Mas para voltar definitivamente à ativa terá que pedir novamente autorização à Anatel para mudança de controle, negada, em reunião de agosto passada, porque estava em massa falida. A empresa, que hoje pertence à LT Bandeirante Empreendimentos (antiga AES Bandeirante) quer ser controlada pela canadense Contém Canadá, quem de fato sempre mandou na operação.