
Cade recebe pedido de Claro, TIM e Vivo para análise da venda da Oi Móvel
Cade abre ato de concentração para analisar a venda da Oi Móvel para Claro, TIM e Vivo

Cade abre ato de concentração para analisar a venda da Oi Móvel para Claro, TIM e Vivo

Obrigação de fazer é opcional, mas permitirá a inclusão de milhares de pessoas nessa tecnologia

A parceria, inédita no Brasil, irá potencializar a Internet das Coisas, com arquiteturas baseadas em microsserviços, capazes de atender aos mais diversos segmentos.

Os compradores e Oi ingressaram nesta semana com a solicitação de anuência prévia da Anatel para a efetivação do negócio. O único documento público do processo avança em poucos detalhes sobre a operação, além do que já foi divulgado ao mercado.

Telcomp envia petição à agência reguladora para ser ouvida como terceira interessada no maior processo de consolidação já ocorrido no setor. Afirma que a venda da Oi Móvel resultará no aumento da concentração, dos preços e incentivo a práticas coordenadas pelas empresas dominantes.

Construído por Telxius e Claro, cabo será ativado no meio do ano.

Empresas afirmam que disputa se deu dentro das regras da licitação realizada pela estatal e resultou em melhores condições econômicas para atender o edital

Vivo tem nota mais alta no pós-pago, enquanto Claro tem no pré-pago e na TV paga, e a Unifique, no STFC.

Processo foi aberto em 2015 sob acusação de abuso de poder das operadoras ao constituírem consórcio para participar de licitação dos Correios. Superintendência-Geral do Cade sugere que Tribunal do órgão imponha multa de 4% a 5% do faturamento bruto registrado pelas empresas em 2016.

Após usar o eSIM em relógios inteligentes e em smartphones, a operadora leva o chip virtual para os carros.

A TIM ficará com 2,53 MHz por acesso, enquanto a Claro terá 2,44 MHz e a Vivo, 2,18 MHz. Leonardo Capdeville, CTIO da TIM, diz que até 2023 companhia vai multiplicar por 12 a capacidade da rede móvel.

Para se adequar a LGPD, a Claro passou a contar com um escritório de privacidade, para implantar as recomendações do DPO, e comitês que atuarão na avaliação de riscos. Na TIM, a DPO possui autonomia se reportando diretamente ao presidente do Conselho

Para Claro, TIM e Vivo, entidade que fará a migração da banda Ku terá muitas atribuições e pode atrasar na execução de seus compromissos. Para Anatel e Brisanet, mercado de banda Ku é maduro e ágil.

Claro e Vivo cobram detalhes sobre custos das obrigações atreladas à faixa de 3,5 GHz. TIM quer entender se Anatel considera que a 5G terá geração de receita diferente da executada pelo setor até hoje.

O diretor de tecnologia da Claro Brasil, André Sarcinelli, explica porque a operadora defende um período de transição entre o 5G non-standalone e o 5G standalone, e alerta que atualmente os telefones 5G SA não são capazes de fazer chamadas de voz sem depender de uma rede legada.

Procon-SP pediu explicação às teles e à empresa de segurança digital Psafe a respeito do suposto vazamento de dados de mais de 100 milhões de clientes. Senacon também notificou as empresas

WOM, Movistar e Entel ficaram com 50 MHz cada na faixa de 3,5 GHz.

CTIO da TIM, Leonardo Capdeville diz que não haverá problemas de desconexão de usuários quando passarem de redes 5G standalone para 4G, que determinação da Anatel trará ganhos de escala e avisa que já testa com a Ericsson o uso do 5G DSS com padrão release 16.

As operadoras precisaram reforçar a infraestrutura para atender às demandas impostas pela aceleração da transformação digital. Nas redes móveis, começaram a pavimentar o caminho para a 5G, com o lançamento do DSS.

Fabio Faria conclui viagem aos países onde há fabricantes de equipamentos 5G dizendo que sem adoção de tecnologia standalone as novas redes móveis no Brasil serão redes 4G um pouco melhores, e que o padrão mais atual resultará em novas empresas e profissões.