
Anatel prorroga até 2028 medidas cautelares contra chamadas abusivas
Agência mantém bloqueio de empresas que fazem disparos massivos de chamadas curtas e exige relatórios mensais de tráfego de 29 prestadoras

Agência mantém bloqueio de empresas que fazem disparos massivos de chamadas curtas e exige relatórios mensais de tráfego de 29 prestadoras

Nova definição prevê que volume mínimo será de 500 mil telefonemas por mês. Antes, o volume era de de 300 mil.

Neotelecom, Ótima Digital, Sercomtel e Surf, passam a compor rol de prestadores que devem encaminhar à agência relatórios mensais de Bloqueio, Tráfego e Grandes Usuários.

Anatel amplia conceito de chamadas curtas, que passam a ter 6 segundos, não precisam ser completadas, e são contabilizadas mesmo se caírem na caixa postal. Usuários corporativos que fazem ligações em massa não poderão ter mais que 85% das chamadas dentro deste conceito por dia, ou serão boqueados.

Após cautelares da Anatel, chamadas abusivas ficam mais raras. Até o final do ano, operadoras começam a usar identificação detalhada de quem está ligando.

Recurso baseado do protocolo "stir shaken" exibe nome da empresa que contratou o call center para a chamada, sua logomarca, e pode trazer até assunto do contato.

Agência determinou a todas as operadoras de telefonia do país bloquearem usuários que façam chamadas em massa. Antes, apenas 26 teles deveriam obedecer à ordem. Medida passa a valer para novas operadoras alcançadas em 1º de junho.

Medida faz parte de um conjunto de ações para reduzir quantidade de ligações curtas; rol deve ser atualizado periodicamente

Agência nega que determinações inviabilizam serviços e desempregos

Além de punir linhas que fazem mais de 100 mil ligações curtas por dia, agência vai penalizar empresas que distribuem excesso de chamadas por diversos números; site com maiores infratores também deve ir ao ar