
México manda América Móvil dividir negócio fixo
Regulador local determina criação de empresa para oferta, no atacado, da última milha. Grupo promete recorrer na Justiça.

Regulador local determina criação de empresa para oferta, no atacado, da última milha. Grupo promete recorrer na Justiça.

Segundo o CEO, Daniel Hajj. a operação brasileira "está na direção certa" e não há intenção do grupo em fazer consolidação no mercado de TV paga.

Rumores dão como certo o retorno do ex-diretor geral da Vivo para a concorrente Claro, quando acabar sua quarentena, em abril ou maio deste ano.

Para empresa, métricas não levam em conta a resolução dos problemas mas velocidade no atendimento, por exemplo.

Fornecedora sueca será também a integradora de aplicações "multivendor" para a operadora do grupo América Móvil

Receita também caiu no terceiro trimestre. De janeiro a setembro, prejuízo soma R$ 964,2 milhões. Empresa comemora crescimento no pós-pago.
O grupo América Móvil - que controla no Brasil Claro, Embratel e NET - irá avaliar os ativos colocados à venda pela Oi, se isso mesmo acontecer, e terá interesse em comprar alguns deles, a depender do preço. Segundo o CEO do grupo no Brasil, José Félix, as redes de fibra ópticas e mesmo as operações de celular do estado de São Paulo poderiam ser alguns dos itens de interesse da empresa.

Jeffery McElfresh, presidente da DirecTV Latin America, disse que a operadora estuda fazer aquisições no Brasil ao jornal Valor Econômico. Movimento que o mercado ainda vê com desconfiança.

O grupo pretende deixar também a Latibex

Para representante da empresa, do jeito que as coisas vão “o temor é que a autorização de amanhã seja a concessionária de hoje”

Empresa vê debandada da concorrência deste modelo de negócio. Daniel Hajj, CEO da AMX, afirma, também, que foco da operação brasileira passou a ser o pós-pago e que sinergias da integração entre Claro, NET e Embratel ainda levam até dois anos para serem completamente obtidas.

Grupo controlador da Claro registrou queda na base de assinantes entre abril e junho, em função dos desligamentos no pré-pago da operação brasileira.

A empresa de Carlos Slim, o homem mais rico do mundo, vai reduzir para pouco mais de 50% sua participação, que hoje é de 59,7%

O presidente do grupo América Móvil, José Antônio Félix, afirmou hoje, 29, que as mudanças no marco regulatório de telecomunicações e a redução da carga tributária são necessárias para resgatar a atratividade econômica do setor. " Ninguém coloca dinheiro em setor de tão baixa atratividade. Há pouco tempo anunciavam que haveria novos entrantes nesse mercado, mas o que se observa é muito mais saintes do que entrantes", afirmou ele.
José Antonio Felix afirma que desempenho da crise econômica poderá determinar diminuição dos recursos aplicados
Segundo a companhia, o tráfego de dados será quatro vezes o de Londres e terá duas vezes mais dispositivos do que o Superbowl

Em um ano, empresa perdeu 6,7 milhões de clientes móveis no país e sofreu pressão do câmbio. No México, enfrentou mais concorrência.

A posição do grupo América Móvil não é contra a mudança da concessão agora. Mas quer ter o direito de continuar com seu contrato atual até o final da concessão, ou seja, só quer mudar para eventuais novas regras se lhe for conveniente.
Entre as operadoras que participam da empreitada estão a América Móvil, que controla a Claro no Brasil, e a TIM.

A companhia apresentou receita total equivalente a US$ 47,5 bilhões em 2015, 17,7% a mais que em 2014. Desse total, a brasileira Claro representou cerca de 19%.