
América Móvil desiste da compra de unidade da Telefónica em El Salvador
O destrato do contrato ocorreu de comum acordo entre as operadoras, devido às exigências regulatórias para a sua efetivação.

O destrato do contrato ocorreu de comum acordo entre as operadoras, devido às exigências regulatórias para a sua efetivação.

Regulador da competição impõe remédios, entre os quais, a obrigação de a Claro prestar serviço de roaming nacional a eventuais novos entrantes no mercado móvel local.

Daniel Hajj, CEO do grupo América Móvil, dono da Claro Brasil, diz que base de clientes e capacidade de rede interessam. Leilão ainda precisa ser aprovado por credores e homologado pela Justiça.

Após desistência da Millicom, grupo espanhol volta à mesa de negociação com diferentes interessados, entre os quais estariam América Móvil e Liberty Global.

Empresa firma acordo com a Scitum Telmex, também do grupo América Móvil, para consultoria em segurança e desenvolvimento de produtos em prevenção, identificação e combate a ciberataques.

Desvalorização de 25% no câmbio do país de origem da holding, enfraquecimento do real e das moedas de outros países da América Latina tiveram forte impacto nas contas do grupo.

Crescimento foi puxado pelo pós-pago. Empresa diz que os efeitos da crise da Covid-19 ainda foram pouco sentidos. Mas projeta um cenário de retração do PIB, aumento do desemprego e da inadimplência para os próximos meses.

América Móvil, dona da Claro, e Telefónica, dona da Vivo, aderiram ao compromisso traçado por UIT e GSMA

CEO do grupo mexicano dono da Claro diz que sua equipe estuda a aquisição de ao menos parte dos ativos móveis da Oi e reitera que pretende participar de eventual processo de consolidação do mercado brasileiro envolvendo a concessionária

Descontada a dívida, Claro pagou R$ 1,85 bilhão pela Nextel. Valor ainda pode sofrer ajustes a pedido da América Móvil.

Recebida com entusiasmo pelos analistas espanhóis, a reestruturação do grupo tem como um dos pilares a redução do endividamento que poderá lhe facilitar avanços em mercados estratégicos

Em Brasília, Carlos Slim Domit, da América Móvil, se encontrou com os presidentes Jair Bolsonaro, Rodrigo Maia (Câmara) e Davi Alcolumbre (Senado)

Aviso vem da controladora atual da Nextel, a NII Holdings. Empresa diz, porém, acreditar que a questão seja resolvida antes disso, até 26 de janeiro.

Daniel Hajj, CEO da América Móvil, dona da Claro Brasil, diz que está aberto a negociações sobre compra de ativos da Oi no mercado brasileiro. Também avisou que a operadora não vai se desfazer de torres ou data centers, como têm feito as rivais mundo afora.

A desvalorização cambial dos pesos da Argentina e Colômbia afetaram os lucros do grupo

O jornal espanhol Expansión diz que negociações estão acontecendo entre os executivos das controladoras das operadoras brasileiras Vivo, Claro e TIM. Jogada seria estratégica para obter frequências, torres, lojas, ao mesmo tempo em que reduziria a competição.

Autoridade de competição diz que não pode avaliar a transação sem receber toda documentação exigida. Empresas recorrem.

Executivo da companhia afirma também que empresa está bem posicionada para conter avanço do FTTH nos mercados onde vende banda larga por cabo coaxial, mas que já adiciona clientes apenas com fibra, e prevê terminar ano com 1,5 milhão de "homes passed".

Companhia terminou o segundo trimestre com lucro antes de impostos de R$ 3,45 bilhões e receitas totais de R$ 9 bilhões.

Marca NET passa a ser usada para nomear serviços residenciais da Claro. Produtos para PMEs da NET agora são Claro empresas. Embratel segue independente.