
CPQD quer recursos do leilão para criação de laboratório 5G no Brasil
Proposta apresentada em consulta pública da Anatel tem foco na segurança cibernética das redes 5G

Proposta apresentada em consulta pública da Anatel tem foco na segurança cibernética das redes 5G

As contribuições à consulta pública da Anatel afirmam que o uso da nova tecnologia não pode depender das redes públicas de celular.

Fabricante mantém metas de crescimento para o ano, no entanto, diante da previsão de aumento da demanda por equipamentos de rede 5G na China e nos Estados Unidos.

Entidades manifestam preocupação com a possibilidade de perda de investimento e com o timing da licitação.

O setor defende ainda que as operadoras devem custear a recepção doméstica das famílias de baixa renda integrantes dos programas sociais federais.

Para Nokia, Ericsson, Intel e Huawei falta de sincronia entre blocos seria um problema nas divisas dos estados. Tamanho dos blocos não é consenso, no entanto.

Operadora sugere existência apenas de lotes com abrangência nacional nos 3,5 GHz e que lhe seja dada preferência para a compra do lote de 700 MHz

Para a empresa, o momento vivido pela economia mundial, gerado pela pandemia do coronavirus, traz um quadro de previsões pessimistas e de incertezas que afeta a capacidade de investimentos dos futuros compradores das licenças. Assinala também que deveria ser feita nova consulta pública com respostas para cinco questões relevantes que não foram ainda esclarecidas.

Entidades empresariais pediram novo adiamento por causa da pandemia e da não conclusão de testes sobre interferência da 5G em 3,5 GHz no sinal de TV aberta captada por parabólicas.

OMS e UIT reagem às notícias de que, no Reino Unido, populares colocaram fogo em torres de telecomunicações após alegações infundadas de que redes móveis 5G seriam usadas para alastrar a doença

A Instrução Normativa nº 04, do Gabinete de Segurança Institucional, invoca fundamentos que não dão amparo legal à amplitude e seu pretendido poder de coerção.

Para superintendente de Obrigações da Anatel, mesmo antes de instrução do governo às redes de 5G, as empresas já reservam em até 30% a cota de cada fabricante.

Superintendente de Obrigações da Anatel, Gustavo Borges, recomenda ser mais adequado tratar dessa questão em regulamento do setor, pois o 5G poderá ser implementado em frequências atualmente ocupadas e que não estarão à venda no leilão.

No Reino Unido vieram as reações mais fortes, e You Tube já começou a remover os vídeos com teorias conspiratórias.

Estação radiobase que usa padrão aberto e tecnologia MIMO será a base da rede móvel de quinta geração da operadora Rakuten no Japão, cujo início da operação acontece em junho.

Presidente da Anatel, Leonardo de Morais, diz que medida não terá impacto sobre edital da 5G, uma vez que os testes laboratoriais foram concluídos.

Para entidade, instrução normativa publicada hoje é confusa, limita a liberdade de mercado das empresas em selecionar fornecedores e pode levar a cartelização.

Para relator, uma prorrogação por tempo maior pode trazer prejuízos para o país

Instrução normativa não fala de cotas para fornecedores, mas exige possibilidade de auditoria dos sistemas para evitar backdoors e operadoras em "mesma área geográfica" tenham fornecedores distintos.

Se for aprovada a proposta enviada pelo sindicato do setor, serão afetados os procedimentos sobre o leilão da 5G e a migração da telefonia fixa.