
EUA e UE unem forças para padronização do 6G
Parceiros assinam termo de cooperação para pesquisa e desenvolvimento da sexta geração móvel, incluindo harmonização de espectro e atuação conjunta para implementar padrão global via 3GPP
Parceiros assinam termo de cooperação para pesquisa e desenvolvimento da sexta geração móvel, incluindo harmonização de espectro e atuação conjunta para implementar padrão global via 3GPP
Ícaro Leonardo da Silva, brasileiro diretor de Patentes da multinacional sueca, aponta que há movimento no País para driblar pagamento de royalties pelo uso de propriedades intelectuais de redes móveis; defende um único padrão para o 6G no mundo e indica que ainda é cedo para definir soluções da sexta geração
Órgão do Ministério da Justiça apura se as campanhas publicitárias da operadora induziram o consumidor ao erro e alega que não existe ainda 5G no Brasil. Claro afirma que a implantação do 5G DSS foi autorizada pela Anatel e que usa nomenclatura padronizada internacionalmente.
Release 17 ficará pronto apenas em meados de 2022. Já o release 18, que será chamado 5G Avançado e será o meio do caminho até o 6G, não tem data ainda para ser terminado.
TÜV Rheinland vai oferecer testes e certificação para fabricantes que fizerem parte do Ericsson Device Hub, iniciativa recém-lançada, e ampliar seus serviços de certificação na 5G
"Interfaces abertas previstas no 3GPP ainda não têm as suas especificações concluídas", explicou Carlos Carmardella em painel da Futurecom
Empresas vão fornecer equipamentos para análise laboratorial por parte da 3GPP a fim de comprovarem o atendimento de requisitos de segurança
Padrão abre possibilidades para uso da 5G em redes privativas, inclusive sem necessidade de acesso a redes móveis baseadas em espectro licenciado.
Organismo diz que não há impacto na implantação atual por parte das operadoras
Faltam, no entanto, dispositivos compatíveis. Ativação é laboratório para instalação de rede maior por parte da Telecom Italia, dona da TIM Brasil, na Europa.
Entidade terminou as especificações mínimas para "release 15" da tecnologia, que prevê equipamentos totalmente novos e independentes de redes LTE, latência inferior a 10 ms, velocidades de 10 Gbps nas células.
Foi aprovado o release 15 NSA, para rádios que ainda funcionam com redes LTE, mas são capazes de operar em mais frequências, com novas taxas de latência e em maiores velocidades. Rede móvel passa a ser fatiada em camadas, sendo o acesso do usuário à internet apenas uma dessas camadas.
Entre 2016 e 2022, a produção global de dispositivos celulares para a Internet das Coisas crescerá a taxas de 22,7% ao ano, segundo a empresa de análise de mercado Berg Insight.
Padrão pré-5G NR foi aprovado e incluído em cronograma da entidade