
América Móvil reduz participação em operadora holandesa
A dona da Claro no Brasil reduziu para 16% sua participação na KPN.
Tudo que acontece fora do Brasil, mas que reflete no mercado brasileiro de telecom

A dona da Claro no Brasil reduziu para 16% sua participação na KPN.

A empresa está com dívidas de 31 bilhões de euros e a venda das torres de celular começa a ser estudada pelo novo CEO, Nick Read, que assume em outubro.

Iliad e Vodafone também deram lances por bandas que vão de 700 MHz a 27,5 GHz.

As empresas terão seis anos para atender as localidades rurais, com banda larga que varia de Gbps a 25 Mbps

Além da dona da TIM Brasil, participam da disputa Vodafone, Iliad, Wind, e provedores de banda larga fixa.

Faltam, no entanto, dispositivos compatíveis. Ativação é laboratório para instalação de rede maior por parte da Telecom Italia, dona da TIM Brasil, na Europa.

A lei, que falta só ser sancionada pelo governador, proíbe o zero rating, quando for de empresas do mesmo grupo das operadoras

Comissão Europeia vai liberar aquisição de todo o capital da joint-venture Wind 3 italiana. Desde que a CK passe ativos para a pequena Iliad.

Fabricante já havia sido impedida de comercializar equipamentos ópticos. Austrália vê ameaça à segurança nacional. Empresa e governo chinês negam riscos.

Usuário pede para representar todos os norte-americanos que tenham sido afetados por política da empresa em capturar a localização sem consentimento.

Desde a suspensão definitiva das regras, em junho, três estados aprovaram leis próprias para a neutralidade e seis publicaram decretos. Objetivo do processo é garantir que o conceito seja o mesmo no país inteiro.

Acesso virá acompanhado de conteúdo de Youtube TV ou Apple TV 4K.

Empresas prometem conexões de dados dez vezes mais velozes que as vistas nas atuais redes LTE. Mas não informam datas de lançamento.

Associated Press e Princeton denunciam coleta de informações à revelia dos usuários que desabilitaram funcionalidade "Histórico de Localização" nos serviços do Google.

Empresa ainda recorre de processos na Coreia do Sul e na União Europeia.

Ferramenta será acessível ao público e permitirá a cada usuário descobrir se provedor bloqueia, prioriza ou filtra o tráfego em sua rede.
FCC também vendará licenças para uso das faixas de 37 GHz, 39 GHz, 47 GHz e estuda liberação dos 100 MHz.

A venda de 9,99% das ações rendeu 379 milhões de euros
A operadora estadunidense e a fabricante vão construir rede nacional 5G nas faixas de 600 MHz e 28 GHz.

Os acionistas dos estúdios Fox aprovaram a oferta da Disney de US$ 71,3 bilhões