
Encontro Tele.Síntese debate a regulação por incentivo
Modelo já está em estudo na Anatel como uma peça importante para orientar a gestão da agência.

Modelo já está em estudo na Anatel como uma peça importante para orientar a gestão da agência.

Prefeitura de Belo Horizonte e Governo da Bahia também apresentaram soluções para ampliar conectividade por meio de contratos com a iniciativa privada

Enylson Camolesi, da Vivo, disse que a 5G demandará cinco vezes mais antenas. Marcelo Mejias, da TIM, observou que serão necessários de R$ 300 bilhões em investimentos que não se viabilizarão somente com o capital privado e Fabio Andrade, da Claro, defendeu o uso imediato do Fust, ou o seu fim.

O vice-presidente da Enel, Sidney Simonaggio, acusa que há invasão de propriedade privada, concorrência desleal e risco de acidentes até com morte na ocupação desenfreada dos postes da concessionária de energia elétrica.

Carlos Duprat, diretor executivo do sindicato das teles, aponta que mais de mil pedidos de licenciamento de estação estão parados em São Paulo, situação de vai piorar muito com o ingresso da 5G.

Para Gabriel Fiuza, do Ministério da Economia, outras alternativas de harmonização regulatória entre os setores de infraestrutura devem ser efetivadas- como chamadas públicas para o acesso às valas e regulação conjunta entre Anatel, Aneel e ANTT para o controle do poder de mercado das empresas de cada setor. sobre a infraestrutura compartilhada

O secretário de Gestão, Cristiano Heckert, diz que serviço online dispensa recadastramento anual de 376 mil empresas que vendem ao governo.

Segundo Vitor Menezes (MCTIC), governo quer definir prioridades do país para uso da tecnologia de quinta geração. Pasta também busca arranjo institucional para resolver entraves à instalação de antenas nas cidades e direito de passagem nas rodovias.

CEO da Surf Telecom considera bizarro discutir digitalização das operadoras quando 100 milhões de brasileiros não têm banda larga fixa, 60 milhões não têm conta bancária e 40 milhões estão subempregados.

Para ele, a aprovação do PLC 79, que permite transformar as concessões de telefonia fixa em autorizações e investir o saldo das concessões em projetos de banda largar traz segurança jurídica e investimentos adicionais.

Para Ricardo Hobbs, as operadoras de telecom brasileiras vivem a dicotomia de forte depressão nas receitas e forte demanda por investimentos, mas não vê a transformação digital sem a participação de todos.

O secretário-executivo do MCTIC, Julio Semeghini, anunciou que haverá parceria com a iniciativa privada para o melhor aproveitamento dos cabos da rede de telecomunicações; isso servirá para IoT, indústria 4.0, agronegócio e áreas desconectadas no Norte e Nordeste.

A aprovação do novo marco legal irá trazer três novas fontes de recursos para a banda larga, afirma Leandro Guerra

Um dos principais pontos para melhorar o ambiente de negócios das telecomunicações no País é a aprovação do PLC 79, o novo marco do setor, conforme destacaram os participantes de encontro do Tele.Síntese.

O executivo da operadora recomendou que é preciso formar mais gente para enfrentar o desafio de realizar a transformação digital na velocidade que vem sendo requerida.

Serviço de Aprendizagem da Tecnologia da Informação e Comunicação (Setic) poderá receber R$ 1 bilhão do Sistema S.

Medida faz parte do pacote de iniciativas da Secretaria de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviço e Inovação do Ministério da Economia para estimular a modernização da economia, segundo o secretário Caio Megale.

Participam do Encontro desta terça, o CEO da Surf Telecom, Yon Moreira; o CDO da Claro Brasil, Rodrigo Duclos; o VP da Telefônica/Vivo, Ricardo Hobbs, além de presidentes e diretores da Contic, Telcomp, Abinee, Brasscom e 4 Secretários de Estado

Entre os confirmados estão: Secretário de Serviços e Inovação do M Economia, Caio Megale; Secretário de Gestão do M Economia, Cristiano Heckert; Secretário de Desenvolvimento da Infraestrutura do M Economia, Diogo Mac Cor; e o secretário-executivo do MCTIC, Julio Semeghini

Para José Gonçalves Neto, da Telefônica Vivo, o setor de telecomunicações terá mais responsabilidades no novo contexto digital.