
Ministério Justiça diz que teles não podem decidir sozinhas sobre a franquia de dados
Para o diretor do DPDC, André Luiz dos Santos, as operadoras de telecom precisam comunicar muito melhor os seus pacotes de dados para o consumidor

Para o diretor do DPDC, André Luiz dos Santos, as operadoras de telecom precisam comunicar muito melhor os seus pacotes de dados para o consumidor

Segundo presidente da agência, Juarez Quadros, é fundamental ter dados sobre a qualidade percebida pelo usuário, com uma metodologia adequada.

Segundo o superintendente de regulação da Anatel, quanto menos recursos forem investidos na universalização, mais dinheiro sobrará para a banda larga.

Para o conselheiro, a subordinação da Anatel acabou atrasando o setor de telecom como um todo.

O secretário de telecom, André Borges, considerou estranha a oferta de operações móveis da Oi entre os ativos passíveis de venda, no seu plano de reestruturação.

Mario Girasole, vice-presidente de Assuntos Regulatórios da TIM, destacou a importância de se encontrar uma solução definitiva para frequências que as celulares deveriam devolver entre 2020 e 2024

Para representante da empresa, do jeito que as coisas vão “o temor é que a autorização de amanhã seja a concessionária de hoje”

Para o secretário de Telecomunicações, André Borges, o dinheiro que virá com o cálculo da transformação da concessão de telefonia fixa em autorização para investir em banda larga, previsto no PL 3453 é muito menor do que o que está sendo negociado pela Anatel nos TACs (Termos de Ajustamento de Conduta)

Segundo Carlos Eduardo Medeiros, diretor da Oi, não há nenhuma surpresa na relação de bens imóveis que integra o plano de recuperação da empresa que foi apresentado à Justiça do Rio de Janeiro. Ela é a mesma que está em posse da Anatel.

Operadora considera que aprovação do PL 3453/2015 vai ser positiva para o país e a sociedade, desde que três critérios sejam obedecidos segundo Camila Tápias, diretora de Assuntos Regulatórios.

O secretário de telecom, André Borges, afirmou hoje, durante o Encontro Tele.Síntese, que o governo já começa a estudar os impactos das assimetrias entre as empresas de internet (conhecidas como OTTS, como Google e WhatsApp ou Facebook) e as operadoras de telecom, no que diz respeito aos impostos, regulação e obrigações entre os dois segmentos.

Para o advogado Gabriel Heslander, com isso a estatal poderia fortalecer sua atuação como player no mercado de atacado.

Para Marcos Dantas, professor da Escola de Comunicação da UFRJ, o Brasil precisa começar a debater uma regulação convergente, que consiga dar conta das mudanças por que passam os segmentos das comunicações.

Mesmo sendo privado, o Estado terá direito à posse dos bens essenciais à continuidade do serviço.

Cerca de 120 MHz usados pelas celulares terão licenças encerradas em 2025, e são licenças que não podem ser renovadas

A posição do grupo América Móvil não é contra a mudança da concessão agora. Mas quer ter o direito de continuar com seu contrato atual até o final da concessão, ou seja, só quer mudar para eventuais novas regras se lhe for conveniente.

Oi, Telefônica Vivo e Embratel defendem o conceito funcional de bem reversível. Querem a revisão da concessão já. O consenso para ai.
João Rezende espera que no dia 31 de março o conselho consiga fechar o voto sobre mudança no contrato de concessão e PGMU, mas vai fazer nova consulta de 30 a 40 dias
A concessão da telefonia e a ampliação de investimentos em banda larga estarão em debate em Brasília, no 44º Encontro Tele.Síntese