
Desempenho da indústria depende dos TACs e de novo modelo
Executivos planejam crescimento modesto, mas dizem que para mercado andar precisa dos investimentos dos TACs e da troca das concessão do STFC por autorizações.
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Executivos planejam crescimento modesto, mas dizem que para mercado andar precisa dos investimentos dos TACs e da troca das concessão do STFC por autorizações.

A empresa comemora o acerto da oferta. No Rio de Janeiro, 1,2 milhão de clientes optaram pelo Oi Livre

Com projeção de queda de 3,2% do PIB em 2016, a ONU aponta leve recuperação da economia brasileira para este e próximo ano.

A grande dispersão de recursos obrigatórios de P&D em convênios de baixo valor com instituições de pesquisa é preocupação do banco.

A intenção é lançar o edital em junho e assinar o contrato no segundo semestre.
Segundo o Planejamento, até março serão liberados apenas 3/18 das dotações orçamentárias discricionárias, devido " às incertezas da conjuntura econômica".

Grupo alinhado ao investidor egípcio Naguib Sawiris considera proposta da Oi "ilegal e abusiva".

Ministra Cármen Lúcia não vê urgência para que STF julgue, durante recesso, legalidade do trâmite parlamentar que resultou na aprovação do texto. Renan Calheiros comunicou ao tribunal que PLC não será enviado à sanção antes da volta do Senado ao trabalho.

A consulta pública antecipa um embate que virá com a IoT - se o roaming permanente (chips de operadoras estrangeiras funcionando em carros no Brasil, por exemplo) irá valer no país.

Em cinco anos, investimentos da operadora em novas empresas gerou retorno de cerca de 25%.

A Verizon, maior operadora de celular norte-americana, resolveu mostrar seu interesse pelo mercado brasileiro de Internet das Coisas, e apresentou uma série de reivindicações à consulta pública aberta pelo MCTIC sobre o tema. Entre elas, a operadora não quer que esse segmento se submeta à regulação de telecomunicações (e, como consequência à Anatel), e pede que o governo libere frequências de 5G para o uso comercial.

Operadoras atendem exigências de edital de 2012 da Anatel, de cobrir 89,7% das cidades com 3G ou 4G em 2,5 GHz até o final de 2016, mas ocupação da faixa de 450 MHz ainda é motivo de debate na Anatel.